Filme sobre o nosso Colégio

Publicado por em jan 15, 2017 em Blog | 32 comments

Colegas:

O nosso colega Alfredo Sória Calabre Júnior (Santista) que estudou no CNF de 1960 a 1966 (fomos colegas de turma de 1960 a 1965) resolveu, por sua própria conta fazer um filme sobre o Colégio.

Desde o início do projeto pus a Associação à disposição de sua equipe. Eles vieram de Santos, depois de várias marcações e desmarcações devido às condições meteorológicas. O Alfredo queria fazer um documentário com imagens bem bonitas, em dias ensolarados. Finalmente acertou-se a data e a equipe do Alfredo veio de Santos a Nova Friburgo e produziu um documentário extraordinário, belíssimo que agora é disponibilizado para todos os que, como ele, têm amor ao saudoso GNF/CNF.

Para ver o filme basta clicar aqui e digitar a senha “cnf”.

Aproveitem! Deliciem-se! Deixem cair as lágrimas!

Peço a todos que desejarem fazer comentários que os façam no nosso site.

Abraços

Fernão

Este Post foi publicado inicialmente em 24/jan/2016. Para que ele ficasse no topo do Blog, republiquei-o em 15/1/2017. Nada mudou. Apenas a data.

  • Ricardo Granville

    Forte emoção em assistir a esse filme. Muito bem feito, altíssimo nível! Parabéns ao colega, e muito obrigado pelo prazer em rever o colégio.

    • Alfredo Sória

      Ricardo, não foi difícil emocionar todo mundo acredite.Aquila experiência foi muito forte.

  • Ian Turnbull

    Amigos CENEFINOS.
    O filme e simplemente SENSACIONAL.
    Santista. Muito obrigado.

    Aleguche.
    Ian David Turnbull (Azul 1959 – 1965)

    • Alfredo Sória

      Lembro muito de você, inclusive saiu na foto. Bons tempos

  • Joao Otavio Domingues de Olive

    Muito bonito emocionante. Uma bela lembrança do colégio onde vivi, sem qualquer dúvida, os melhores e mais importantes anos de minha vida de estudante.
    Valeu, muito.
    João Otavio Domingues de Oliveira (Tatau – branca – 1963/64)

    • Alfredo Sória

      Que bom que todos gostaram.Estava muito inseguro com algumas abordagens.

  • Caio F. Ortiz

    GRANDE INICIATIVA.

    Me emocionou lembrar algumas passagens inesquecíveis da formação de minha
    personalidade e por que não dizer, da minha educação juvenil.

    Obrigado, Santista, fomos contemporâneos, pois estudei de 1958 a 1964, na turma
    experimental “A“, supervisionada pelo MEC e que ajudou a introduzir o sistema
    de conceitos (ABCD), não mais notas, no ensino brasileiro.

    Trabalho cinematográfico de qualidade!

    • Alfredo Sória

      Vindo de você Caio fico muito envaidecido. A parte mais complexa do projeto foi a dificuldade de agendamento uma vez que o clima está imprevisível quando se trata de um mínimo de antecipação. Claro que lembro de você incluindo uma passagem que poderemos falar por mensagens.

  • Luiz Diogo de Vasconcellos

    Se essa escola tivesse um corpo docente razoável, seria a melhor do Brasil, disparado. As suas instalações eram de 1° mundo.
    Agora, fechá-la, só no Brasil da ditadura. Só mesmo uma ditadura de imbecis.

    Abraços

    Luiz Diogo de Vasconcellos

  • Antenor Costa Filho

    É Gondin, “adorar” é pouco. EMOCIONAR, é o verbo apropriado! Obrigado a vc, à Associação e ao Alfredo Sória. Grandes abraços,

    Antenor

    • Alfredo Sória

      Obrigado a você Antenor pelo elogio. Fico muito grato.

  • Roberto (Rato) Cunha

    Foi com grande emoção que assisti ao documentário/poesia/canção que nos levou ao início de nossas vidas. Parabéns Alfredo.

    Roberto(Rato) Cunha(57-64).

  • Paulo Rogério da Silva Mussi

    Fernão

    Muito significativo para todos que lá conseguiram entender e viver com o espírito do Colégio . Educação, cultura, respeito, amizade , lealdade , consideração , decisão etc.

    Abs.

    Mussi

  • Marco Antônio Arruda Nóbrega

    QUE COISA MARAVILHOSA!

    ALEGRIA 1969

    • Alfredo Sória

      Obrigado pelo elogio e acredite, estava devendo isso para todos vocês como produtor cinematográfico.

  • Gerson Arzua Alves Barbosa

    Parabéns ao colega produtor deste documentário. Eu que vivi o auge da vivência do Colégio Nova Friburgo – 1955 a 1958, fico entristecido com as imagens do abandono deste incalculável patrimônio educacional brasileiro.
    Se o Brasil não jogasse fora tantos centros educacionais como esse e outras tantas experiências culturais e educacinais, não estaríamos hoje nesta falência financeira e econômica desvidas à ausência de brasilidade e nacionalidade por falta de educação e civismo.
    O CNF, apesar de toda ingratidão governamental, ainda guarda a imponência dos seus melhores momentos.
    Parabéns também à Associação dos Ex-alunos, professores e servidores do CNF.

    Gerson

    • Alfredo Sória

      O ginásio ainda está bem conservado, talvez o telhado precise de uma manutenção.Já o científico foi totalmente destruido.

  • Alberlandino Arlindo G.e Silva

    Meu caro Santista, Alfredo:

    Fomos contemporâneos, cursando, na mesma turma, a 1º série do ginasial (era assim que se dizia na época). Lembro-me perfeitamente de você: moreno, canhoto e super gente-boa. É engraçado que sempre associei na minha memória o “Santista” ao Alfredo Sória Calabre Junior… Naqueles tempos de CNF todos tinham nomes de guerra e assim passaram a ser lembrados: “Maranhão”, “Penico”, “Babão”… Você não. Para mim você tinha apelido, nome e sobrenome.

    Parabéns pela ótima produção sobre o nosso CNF. É um trabalho de grande qualidade, sob todos os aspectos. Você conseguiu fazer ressurgir, em todos os que ali viveram, recordações já tão distantes. A tristeza do abandono físico daquele espaço se misturou com a nostalgia da lembrança daqueles tempos que somente nós temos a capacidade de compreender o significado. Foi mesmo o período mais importante da nossa vida. Nós estávamos no centro do mundo…

    Muito grato pelo presente. Um belo presente.
    Um grande saudoso abraço,

    Alberlandino

    • Alfredo Sória

      Fiquei impressionado com a sua memória. Obrigado pelo carinho.

  • Fernando Luiz da Silva Miranda

    Belo trabalho! Grandes recordações e raiva de deixarem uma vida como esta acabar.

    Fernando Miranda

    • Alfredo Sória

      Era a nossa casa, as nossas vidas. Difícil imaginar o que farão para a revitalização daquele espaço.

  • Marcelo Meira Magalhães

    Fala Santista!

    Muito maneiro seu documentário. Pena que durou pouco, deixando um gosto de quero mais. A ultima vez que estive lá foi no cinqüentenário, no ano 2000. De lá pra cá, a deterioração acentuou-se muito, mas a magia ainda permanece viva.

    Cara, muito obrigado pela porrada poderosa! Não esperava. Serviu pra testar o coração e lembrar do que foi a melhor época das nossas vidas. Conseguiu me deixar com os olhos molhados e um nó na garganta, mas foi bom, como diria o masoquista.

    Um grande abraço.

    Marcelo.

    • Alfredo Sória

      Realmente é difícil estar lá e assistir todo o abandono.É de cortar o coração.

  • Eduardo Strachman Bacal

    Parabéns pela beleza de lembrança.

    Assistir seu filme me deu a mesma sensação de perda que tive com perda de um ente muito próximo.
    É um vazio inexplicável que se estende dentro de nós.
    Parabéns e até 7 de setembro.

    Aleguchi!

    Bacal.

    • Alfredo Sória

      Juro que não tentei matar ninguém mas confesso ter feito um filme duro de assistir para as pessoas que ali estiveram.

  • José Newton de Freitas Coelho

    Caro Sória,

    Fui seu colega no CNF nos anos de 1965 e 1966.
    Em ano passado visitei o nosso colégio e fiquei triste com o que vi.
    Ao passar naquela calçada externa, lembrei-me do seu “ acidente “ quando caiu do 3º andar. Lembra-se ?
    Moro em Teresina, Piaui. Sou Procurador do Estado e professor da Universidade Federal do Piaui.
    Estive em Santos em 2013, desembarcando de um navio em que fiz um cruzeiro. Aí visitei o museu do café. Naquela ocasião lembrei-me também de você.
    Sempre me recordo dos tempos do CNF e me vem à mente os nomes de muitos colegas.
    Em 1965 fui de Teresina com o Zenon. Em 1966 fui como meu primo Sebastião Leal.
    Gostei da sua iniciativa em realizar o filme.

    JOSÉ NEWTON DE FREITAS COELHO

    • Alfredo Sória

      O acidente aconteceu uma vez com o Júlio Penin e a outra com o seu irmão Silvério,ambos gravíssimos.

  • Açocê Rosa

    Parabéns Alfredo! Fiquei muitíssimo emocionada. Você conseguiu com esse documentário espetacular de apenas 17 minutos (o que é uma pena), me fazer viajar no tempo desses anos maravilhosos vividos no Colégio. Bravo, Lindíssimo!!!!!

    • Alfredo Sória

      Você e o seu pai são meus cúmplices nesse projeto que tanto sonhava. Espero que ele tenha curtido.

  • Jomar

    Parabéns pelo trabalho Santista! Estive visitando o CNF à época em que a UERJ ainda estava por lá e ocupava as instalações do colégio mantendo o aspecto físico do nosso tempo. A enchente de 2011 é que determinou a saída do IPERJ e o consequente abandono do nosso CNF. Mas um pouco das nossas almas e energias ainda protegem aquele ambiente ímpar que vc tão bem captou. JOMAR – 65/68.

  • Sady Carvalho

    Depois de assistir ao vídeo do nosso “falecido CNF/FGV” aquele que foi o Centro de Estudos Pedagógicos da Fundação Getúlio Vargas, me emocionei, por que? Passei 18 anos de minha vida profissional como professor de Matemática do CNF. Para lá fui solteiro com cabelos castanhos escuros, casei-me com Maria Helena, minha colega de UERJ e por lá criamos nossos três filhos, numa redoma protegida pela natureza mas sem grades, o que era maravilhoso. Fui professor do Sória (Santista) um jovem educado e que estimava muito seus professores a quem chamava simplesmente de “mestre”. O vídeo não gravou cenas da
    Escolhinha, onde estudaram nossos filhos e os filhos dos funcionários em perfeita união e sem constrangimento ou separação e dali saíram para o Fundamental e para o Médio. Mas não prejudicou, o que foi aquele”fantástico”estabelecimento de Ensino. Meus parabéns à iniciativa do Alfredo Sória, um daqueles que sempre se orgulhará de ter sido um CENEFISTA.
    Por este meio, envio ao Sória os meus agradecimentos pela iniciativa e que venham outras, para que animássemos com nossas mentes o que foi o maior Colégio do Brasil para todos nós que lá vivemos.
    Prof. Sady Carvalho, de 1961 a 1978.

  • Renato Araújo Malcotti

    Nossa, que viagem emocionante. Realmente foram grandes momentos de nossas vidas, inesquecíveis e importantes para o que seria nosso futuro. Parabéns pelo esmerado e incrível trabalho histórico .


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