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Pensando
Bem...Falando Melhor...
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Robert
Gayer
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Recebemos
a mensagem (repassada), adiante, de Roberto
Eugênio Catta-Preta nosso bom colega Cenefista,
para repasse em rede:Comentários de uma
brasileira que mora na Holanda
Os
brasileiros acham que o mundo todo presta, menos
Brasil. E realmente parece que é um vicio
falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos
positivos e negativos, mas no exterior eles
maximizam os positivos enquanto no Brasil se
maximizam os negativos.
Aqui na Holanda os resultados das eleições
demoram horrores porque não há
nada automatizado. Só existe uma companhia
telefônica e (pasmem ) se vc ligar reclamando
do serviço, corre o risco de
ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa ninguém
tem o hábito de enrolar o sanduíche
em um guardanapo - ou de lavar as mãos
antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues
europeus os atendentes recebem o dinheiro e
com a mesma mão suja te entregam o pão
ou a carne. Em Londres existe um lugar famosíssimo
que vende batatas fritas enroladas em folhas
de jornal - e tem fila na porta. Na Europa não-fumante
é minoria. Se pedir mesa de não-fumante
o garçom ri na sua cara, porque não
existe. Fumam até em elevador.
Em
Paris os garçons são conhecidos
por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom
de botequim no Brasil podia ir pra lá
dar aulas de "Como conquistar o Cliente".
VALE
A PENA LER !
Vamos
nos engajar neste movimento!
Você
sabe como as grandes potências fazem para
destruir um povo? Impõem suas crenças
e cultura. Se você parar para observar,
em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece,
e geralmente na hora em que estamos emotivos.
Temos
uma língua que apesar de não se
parecer quase nada com a língua portuguesa
é chamada de língua portuguesa,
enquanto que as empresas de software a chamam
de português brasileiro, porque não
conseguem se comunicar com os seus usuários
brasileiros através a língua portuguesa.
Somos vítimas de vários crimes
contra nossa pátria, crenças,
cultura, língua etc... Os brasileiros
mais esclarecidos sabem que temos muitas razões
para resgatar nossas raízes culturais.
Os
dados são da Antropos Consulting:
1.
O Brasil e o país que tem tido maior
sucesso no combate a AIDS e de outras doenças
sexualmente transmissíveis, e vem sendo
exemplo mundial.
2.
O Brasil e o único país do hemisfério
sul que está participando do projeto
Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos
países, a cidade do Rio de Janeiro foi
considerada a mais solidária.
4.
Nas eleições de 2000, o sistema
do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava
informatizado em todas as regiões do
Brasil, com resultados em menos de 24 horas
depois do início das apurações.
O modelo chamou a atenção de uma
das maiores potências mundiais: os Estados
Unidos, onde a apuração dos votos
teve que ser refeita várias vezes, atrasando
o resultado e colocando em xeque a credibilidade
do processo.
5.
Mesmo sendo um pais em desenvolvimento, os internautas
brasileiros representam uma fatia de 40% do
mercado na América Latina.
6.
No Brasil temos 14 fábricas de veículos
instaladas e outras 4 se instalando, enquanto
alguns países vizinhos não possuem
nenhuma.
7.
Das crianças e adolescentes entre 7 e
14 anos, 97,3% estão estudando.
8.
O mercado de telefones celulares do Brasil é
o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações
a cada mês.
9.
Na telefonia fixa, nosso pais ocupa a quinta
posição em numero de linhas instaladas.
10.
Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado
de qualidade ISO 9000, maior numero entre os
países em desenvolvimento. No México
são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11.
O Brasil é o segundo maior mercado de
jatos e helicópteros executivos.
Por
que temos esse vício de só falar
mal do nosso Brasil?
1. Por que não nos orgulhamos em dizer
que nosso mercado editorial de livros é
maior do que o da Itália, com mais de
50 mil títulos novos a cada ano?
2.
Que temos o mais moderno sistema bancário
do planeta?
3.
Que nossas agências de publicidade ganham
os melhores e maiores prêmios mundiais?
4.
Por que não falamos que somos o pais
mais empreendedor do mundo e que mais de 70%
dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável
parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5.
Por que não dizemos que somos hoje a
terceira maior democracia do mundo?
6.
Que apesar de todas as mazelas, o Congresso
está punindo seus próprios membros,
o que raramente ocorre em outros países
ditos civilizados?
7.
Por que não nos lembramos que o povo
brasileiro e um povo hospitaleiro, que se esforça
para falar língua dos turistas, gesticula
e não mede esforços para atendê-los
bem?
8.
Por que não nos orgulhamos de ser um
povo que faz piada da própria desgraça
e que enfrenta os desgostos sambando?
E!
O Brasil é um pais abençoado de
fato. Bendito este povo, que possui a magia
de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os
sotaques, talvez porque sua verdadeira língua
pátria não seja bem entendida.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos
de climas para contentar toda gente. Bendita
seja, querida pátria chamada Brasil !
Mande
este e-mail para o máximo de pessoas
que você puder.
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Viagem
Realizada pelo Sul do Brasil
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Robert
Gayer
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Acabo
de retornar de viagem realizada
pelo sul do Brasil, em companhia
de minha mulher, Therezinha, tendo
percorrido os litorais Santistas;
Santa Catarina e Rio Grande do Sul
e as Serras Gaúchas, Passando
por São Paulo e Paraná.
São regiões de beleza
naturais belíssimas e urbanas
de gracioso estilo itálico
e germânico. Foi uma bela
viagem.
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No
itinerário tive a grata satisfação
de visitar alguns de nossos colegas
e contemporâneos do GNF/CNF,
das primeiras e segundas turmas,
levando nossas notícias e
recolhendo saudações.
Todos eles estão bem de saúde
e tudo mais.
Em
São Paulo, capital, estivemos
juntos: Luiz Carlos Freyre BARATA,
ERICH Dietrich Lemmerman, Miguel
HENZE, todos da 2ª turma
do colégio, do 4º
Ginasial, éramos da mesma
sala. Foi um encontro espetacular.
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Barata
e Henze não se viam à
cerca de 10 anos; Eu e Erich não
víamos Barata e Henze há
47 anos! Erich esteve no Rio no
almoço do final de ano. Repassamos
lembranças e recordações,
nomes, professores, funcionários,
os fatos pitorescos de nossa época.
Miguel ainda está no batente,
no IPT em SP; Barata presta consultoria
de engenharia, embora já
aposentado; Erich idem, na especialidade
contábil. Miguel mora, em
São José dos Campos.
O incrível é que Erich
e Barata residem, respectivamente,
Saúde e Vila Clementino,
são praticamente vizinhos,
cerca de 8 quadras um do outro!
Em
Curitiba PR, fui recebido
calorosa e carinhosamente, por
Ronald SCHULMAN, e sua esposa,
em sua residência.
Depois,
num jantar, no Bairro Santa Felicidade,
em companhia de um casal de amigos,
continuamos nosso papo, tirando
do baú-memória tudo
o que brotava em termos de recordações.
Cara animado, divertido e jovial.
Juiz de Alçada do Paraná.
Mora não muito distante
do centro de Curitiba, numa bela
casa. Têm 2 filhas e 1 filho.
A caçula é Ana Clara,
linda, 19 anos! Ronald nos indicou
localidades e itinerários
que deveríamos conhecer
no continuar da viagem. As dica
foram excelentes.
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MALAGUTI,
dono de um complexo industrial de
pescados, exportando por avião,
imaginem, peixe para Japão,
USA, Espanha, Itália, etc,
etc, e até para Fortaleza
CE! Malaguti possui uma bela
residência na própria
quadra do grupo empresarial, tem
até um pomar, goiaba, carambola,
banana, caqui, etc, Dois filhos,
2 netos, uma nora de extrema simpatia,
Tatiana, 1 sobrinho.
A
cachaçinha que oferece
é toda sofisticada, com
sabor agradável de uma
frutinha da região. Está
bem, eu diria, um garotão!
Malaguti ainda nos levou à
residência do ABOBRINHA
- Luiz Arnaldo Braga Tenius, muito
simpático, cardiologista
famoso em Itajaí e Curitiba,
escreveu um livro MEMÓRIAS
DE UM MÉDICO DO INTERIOR,
uma coletânea de causos
pitorescos e divertidos da área
médica. Livro que recomendo
a todos. Malaguti e Abobrinha
foram da mesma turma, em 54, 1º
científico. Os caras estão
bem, há 47 anos não
os via.
Em
São Vicente SP,
fomos recebidos por JACK Chmielewsky
e sua encantadora esposa Vera,
no ap, na Ilha Porchat, com vista
panorâmica para a orla de
São Vicente e Santos. Vista
belíssima. Jack, da mesma
turma de Malaguti, possui uma
empresa bate-estaca, cravando
pelo Brasil. A recepção
de Jack e Vera foi amabilíssima,
repassamos nossas lembranças,
CNF, Cabo Frio, Itaipú;
comentamos sobre nossos colegas.
Estava poderosamente interessado
em notícias de nossos contemporâneos.
Mostrou vontade de vir ao Rio
para encontrar-se conosco. Um
casal de filhos Ian (22 anos)
e Danuta (20 anos), estudam em
São Paulo e Campinas. O
cara está jovial, não
mudou nada!
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Certamente,
o relato acima, é um resumo
modesto de tudo aquilo que conversamos
e relembramos, nem caberia numa
folha. Mas, o que tenho a acrescentar
é o fato que todos passaram
pela felicidade de ter curtido os
Anos Dourados, tão
comentado, fomos protagonistas dessa
época. Músicas e canções,
bailes, bondes, trens, desfiles,
filmes, excursões, GNF/CNF,
NF, as aventuras que fizemos, as
namoradas, a camaradagem, e, também,
Saúde, Saber e Virtude, que
nos preparou para a vida, esse tapete
de sonhos e realizações
que ousamos conquistar, e que não
alcançamos, também.
Somos bafejados pela sorte, essa
é a nossa riqueza.
Recomendo
a todos. Façam viagens,
encontrem-se com seus camaradas,
vale a pena, você vai recordar
os caras pelo semblante, pelo
sorriso, pela voz, pelo jeito.
Ninguém muda. Fomos e somos
o que éramos. Talvez uma
careca, uma barriga avantajada,
cabelos grisalhos, seja nosso
novo adorno, o espírito
é o mesmo.
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O
Embarque
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Robert
Gayer
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Prezados
companheiros.
Ontem revivi as sensações
que tivemos quando embarcamos pela
primeira vez nos ônibus rumo
ao Ginásio, - Colégio
Nova Friburgo.
Em
52, estavam lá, em Niterói,
um monte de garotos misturados
com outros que já eram
alunos desde 50 e 51. Mais misturados
ainda dentre todos estavam os
pais, mães, tios, tias,
avós, primos, primas e
irmãos, no meio de um burburinho
de gente impaciente para colocar
e refrizar as recomendações
de gaveta, colocando nas bagagens
de mão sanduíches,
frutas e biscoitos, garrafa térmica,
copo de alumínio ou plástico
miserável, daqueles de
anéis que vazavam ao menor
descuido, para os queridinhos
não passarem sede nem fome
durante a viagem.
-
Se enjoar na viagem, meu filho,
pare o ônibus e vomite.
Era nesse o tom dos conselhos.
Eu disse ontem porque fui com
minha mulher, minha filha e genro,
uma neta e um casal de amigos,
ao embarque de meu neto número
dois (pela ordem decrescente dos
6), ali no CIAGRA - Unidade da
Marinha -, na avenida Brasil,
onde estavam alinhados 5 ônibus
para levar os 211 alunos novos
para o Colégio Naval em
Angra dos Reis - Os futuros Almirantes
da nossa Marinha de Guerra.
A
proporção era seguramente
7 por 1, ou mais, cada moleque
daqueles estavam com nada menos
do que 7 parentes ou acompanhantes
falando todos ao mesmo tempo,
passando as mesmas recomendações
de sempre, as mesma que eu ouvira
há 50 anos passados! A
coisa inverteu. Eu ao invés
de escutar, falava, não
faça isso, faça
aquilo, assim e assado. O gozado
da estória é que
todos falavam a mesma coisa, tudo
ao mesmo tempo. Teve até
choros.
-
Juntem-se todos para fotos, sorriam,
olhem o passarinho! Era repetição
do ano 1952.
Prá
mim houve uma satisfação
especial: Renato, meu neto, fez
exames para as três Armas:
Aeronáutica, Marinha e
Exército, obteve ótimas
classificações,
superando em cada exame mais de
15000 candidatos. Obteve (apesar
de uma febre doida de 39 graus
no dia da prova para à
Aeronáutica) o 6º
lugar para a Força Aérea;
2º lugar para a Armada e
1º lugar para o Exército.
Foi a melhor performance neste
ano em se considerando os mesmos
candidatos que prestaram os mesmos
exames, apurando a média
global entre eles. Exagerou, não
precisava tanto.
Enfim,
fico muito orgulho dele, de todos
os que venceram e os que tentaram.
Abraços
a todos.
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A
Sabedoria do Professor Jamil EL-Jaick
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Robert
Gayer
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Logo
na primeira semana, ao chegar
no Ginásio Nova Friburgo,
em março de 1952, 2º
ginasial - A, um grupo de alunos
(novos e antigos), numa roda de
papo revelei ser friburguense,
e aí, a gozação
começou. Fui chamado de
"capiau". Eu, residia
no Rio, nunca tinha ouvido o termo
e, pelo tom da gozação,
pareceu-me pejorativo, fiquei
enfurecido. Foi quando, chegando
a tempo, o Prof. Jamil El-Jaick
(professor da turma dos miúdos
- do Admissão) ao inteirar-se
da situação, declarou:
- Também sou capiau, e
com muita honra! Os capiaus friburguenses
vão surpreender!
No dia seguinte, logo pela manhã,
vi uma galera entrar pela portaria
principal, com pastas, cadernos,
etc, Era a turma de semi-internos.
Subiam (e desciam) de camionete,
diariamente.
- Tá vendo Gayer? Perguntou,
o Prof. Jamil, que estava por
perto, e completou em tom alto:
capiaus iguais a nós! E
os sorrisos estavam em todos os
que prestaram atenção.
Eram:
Nilson Freitas, Paulo Laber, Miguel
Henze, Odacyr Costa, Djair Costa,
os Spinelli - Augusto e Ítalo
-, Sérgio Seara, Luiz Gonzada,
Newton Baptista, Luis Erthal,
Evanir Costa, Airton Longo e outros,
que não recordo mais. Alguns
da minha sala.
Não é que Jamil
disse uma coisa profética?
Todos eles surpreenderam de alguma
forma em suas profissões
e atividades, inclusive o próprio
Prof. Jamil, com páginas
notáveis no campo do ensino.
Eu, gabo de dizer que minha grande
proeza é ser, até
prova em contrário, aluno-cenefista
01 como bisavô. Os demais
estrelaram. Há um que singrou
uma trajetória inédita.
Passou pelo G/CNF, de 50 até
54, 4º ginasial U (turma
única), Colégio
Naval, 1º ano em 55, Escola
Naval, e por aí em diante
até 2002, deixando o serviço
ativo da Marinha do Brasil, no
posto de Almirante-de-Esquadra:
Airton Ronaldo Longo. Quem diria!
Ele mesmo confessou nunca ter
imaginado que viria de Nova Friburgo
(das montanhas) tornar-se um almirante,
com uma brilhante carreira na
sua folha profissional. Foi profecia
ou não foi?
O curioso é que do nosso
Colégio, após a
ida dele para a Marinha, e mesmo
no seu tempo, outros também
foram. O Colégio, desde
então, tinha ligações
especiais com o Colégio
Naval, e, até, algumas
semelhanças: praças
e quadras de esportes (mais gabaritadas),
tais como as nossas - futebol,
volei, basquete, raias de corrida,
piscina, rinques, caixas de saltos.
Os mesmos entretenimentos, xadrez,
damas, totó, etc. O Colégio
Naval possui um mar pela frente
e cercado de montanhas, o nosso
Colégio, a vista da Cidade
e contornado por montanha, com
igual exuberância.
Houve
anos em que alunos do CNF, fundado
em 50 (como Ginásio) e
do CN, fundado em 51, visitavam-se
para disputar futebol e outras
modalidades esportivas. Ah, lembrei.
Os beliches são quase que
idênticos! O pátio
coberto produz a mesma ressonância!
Espantoso, também, é
o fato de que um de nossos colegas,
30 anos após ter estudado
no Colégio, veio a ser
Diretor do Sanatório Naval
de Nova Friburgo, trata-se Carlos
Alberto Jaimovich, oficial-médico
da Marinha, não-friburguense,
mas imantado por Nova Friburgo.
Uma professora do CNF (curto período)
de nome Iucinara Braga, friburguense,
nasceu quando seu pai servia na
ativa no Sanatório Naval
de Nova Friburgo. Hoje, leciona
cálculos de navegação
(matemática) e física
para alunos da Escola Naval, em
nível de pós-graduação,
mestrado, em cursos especializados.
No "hall" do Hotel do
Sanatório Naval de Nova
Friburgo acham-se expostas as
condecorações e
honrarias recebidas por Airton
durante sua vida na Marinha, por
doação à
Instituição e em
homenagem à Cidade.
Portanto,
não são apenas flores,
queijos, licores, rendas, "sutiens"
e calcinhas, que alcançam
e atravessam os mares - o PIB
de Nova Friburgo -, é também
a sua gente e a sua magia, surpreendendo,
como dissera o prof. Jamil.
Viva
Nova Friburgo!
19/04/05
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Viagem
ao Nordeste
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Robert
Gayer
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Decorre
algum tempo que eu e Therezinha, minha
mulher, realizamos uma ótima viagem
ao Nordeste. Saímos do Rio de Janeiro
com o objetivo de aproveitar o sol, mar,
saborear camarões e chope, umas
férias, mas, principalmente ir
as cidades onde houvesse um Cenefista
e realizar no mínimo um pit stop
e, se possível, CHOPPAPO ao estilo
dos que realizamos mensalmente aqui no
Rio de Janeiro, para reencontrar meus
contempôraneos de 48/50 anos passados
e conhecer os demais de todas as épocas.
Quando
mais jovem, viajava pelo Brasil a dentro
de dia, à noite, com qualquer
tempo, hoje, sou mais cauteloso, evito
guiar à noite ou com tempo ruim,
especialmente por estradas que nunca
passei ou pouco utilizei. Coloquei no
meu roteiro muitas cidades para visitar
em poucos dias. Destinamos 30 dias para
isso (de 14 de abril a 14 de maio, visto
que teríamos um Encontro Nacional
no Marimbás - RJ, dia 17/05).
Neste caso, teria que ser bem objetivo.
Quando houvesse tempo nublado sujeito
à chuvas ou mesmo chuviscoso,
teria que saltar a cidade, seguir em
frente e deixar aquela parada para ser
feita no retorno da viagem. Outro ponto
importante, seria não permanecer
nas grandes cidades, pois, espigões,
trânsito, possuímos aqui,
nossa vontade seria ir às praias,
as mais badaladas, preferencialmente
àquelas que não conhecemos
noutras ocasiões.
Chegamos
em Macaé com tempo bom, abraçamos
NILS AUNE, fomos envolvidos pela simpatia
dele, falamos por telefone com Ajuricaba
e John Aune, seguimos para Campos já
com rajadas de vento e chuviscos, nuvens
ameaçadoras. Disparamos para
Cachoeiro do Itapemirim para abraçar
Nivaldo Musselini e Renato Ramos Magalhães
- não tivemos sorte - procuramos
Nivaldo na garagem e no depósito,
não conseguimos contato com Renato.
Fomos em frete. Marataízes, lá
também não conseguimos
contato com Ryve Campos Barbosa Jr.
É pena.
Chegamos
em Vitória à noite. Nosso
primeiro contato foi com CABRAL - José
Augusto Carvalho. No dia subsequente,
pela manhã, fomos guiados por
José Augusto, para conhecer os
melhores pontos turísticos de
Vitória. Estabelecemos os primeiros
contatos, à tarde, a galera agitou-se,
arrumaram os encontros. No início
da noite fomos prestigiar CABRAL em
sua noite de autógrafo com a
presença de Corujinha, Treme-treme
e Batuta, em seguida, rumamos para o
primeiro CHOPPAPO DE VITÓRIA.
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Não
é fácil para todos descolarem-se
de compromissos anteriormente assumidos
e escapar para um encontro improvisado
- de surpresa. Mas, de toda sorte, alguns
driblaram e foram ao encontro: Corujinha,
Corujão, Heitor, Denis e suas amáveis
esposas, Guilherme Souto e José
Augusto. Rolou tudo, falamos de tudo e
sobre todos, a coisa se estendeu até
lá pra as tantas, no melhor estilo.
Correu tão bem que ficamos intimados
para outro encontro no retorno da viagem.
É isso.
Pé
na estrada, chegamos ao cair da tarde,
sob forte chuva, em Porto Seguro. Lá
investigamos até encontrar o único
Cenefista da área - BRUNO DA SILVEIRA.
Dentro de um bonito condomínio
pegamos o cara, praticamente com o pé
na rua para atender um compromisso inarredável.
No entanto, conversamos ao longo de uns
15 minutos, foi suficiente para levar
nossa mensagem e receber o abraço
fraterno do Bruno.
Pé
na estrada cedinho no dia seguinte. Lá
fomos nós na cata de uma cidadezinha
chamada PAU BRASIL, uns 4O km da 101,
oeste à dentro. Lá estava
o ESCOVÃO, cara que só conhecia
no cadastro. Ficou espantado no primeiro
minuto, atônito, sem acreditar que
um Cenefista batesse lá com um
abraço encomendado por seus camaradas,
o cara desmontou nos 15 minutos de papo.
Foto dele e os dois filhos, e pé
na estrada.
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Rolando
a cento e tantos km/h rumo à Ilhéus.
Voltamos para uma mesma pousada onde havíamos
estado em 1999.
Contatos
com Silvano Franco e Marcelo Nunes ambos
em Itabuna, e pronto. Foram correndo
ao nosso encontro com suas amáveis
esposas, lá em Ilhéus
- 1º CHOPPAPO BAIANO DE ILHÉUS/ITABUNA.
Foi grande, pra lá de bom!
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O
tempo não ajudou - vento, pouco
sol, e nada de praia. Tudo bem. Vamos
à luta.
Chegamos à Ilha de Itaparica no
cair da tarde, Vera Cruz, uma péssima
pousada, não serve pra Cenefista,
arrancamos fora logo cedo, rumo a ITAPARICA,
Ponta da Areia, lá sim, conseguimos
o que queríamos - praia, camarão
e peixe, chope - ficamos mais 2 dias,
evitando chegar em Salvador domingo -
provavelmente difícil para desentocar
os caras de suas casas, portanto, embarcamos
na balsa, para chegar por volta do meio
dia, contatos à tarde com o coordenador
geral Baianinho.
Liga
daqui, liga dali - os cabos telefônicos
e celulares ficaram em brasa, mas compensou
pacas! À noite estávamos
lá, no Trapiche, diria, próximo
ao pé do Elevador Lacerda. Foram
chegando, chegando e a roda ficou pra
ficar até altas horas. Tudo foi
arrancado do baú - nomes, fatos,
fotos - parecia que todos estavam querendo
botar as conversas em dia. Quanto mais
falavam, mais brotava das memórias.
Lá estavam Otto Ricardo Apenburg
e Wanda, Pau de Arara, Baianinho, Pezinho,
Barcelar, Pompeu, Jayme Villas Boas,
Almiro, Abubakir, Carlinhos Machado,
pô, um barato! CHOPPAPO EM SALVADOR!
Descobri que pra virar chope o bainano
não tem preguiça, cara!
Imaginem, numa 2ª feira! Pena que
alguns companheiros não conseguiram
empurrar seus compromissos. Ficou tratado
um novo choppapo pra volta. Legal.
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Pé
na tábua, cedo rumo ao NE.
Vento, muito vento, mares agitados,
pulamos tudo pra chegar em Aracajú,
passando por São Cristóvão,
onde visitamos contra-parentes de
uma de minhas noras, Cláudia,
uma voltinha pela cidade histórica,
mais alguns poucos quilômetros,
pronto ARACAJU.
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| Contato
com os irmãos Sabino - Rubens
e Wellington. Encontro marcado para
o dia seguinte. Rubens nos catou
na pousada, fomos ao consultório
de Wellington (hiper lotado, tempo
escasso), mas, foram momentos de
emoção - Ambos eram
contemporâneos de CNF (lamentável
que os outros 2 irmãos, Edmo
e Moicano já não faziam
parte deste mundo). Conhecemos também,
Irene, mulher de Wellington, muito
simpática e agradável,
adminstrando a Clínica de
Gastro.
Engatamos
a primeira, lá estávamos
a caminho da Barra de São
Miguel - Alagoas (Estado onde
não há Cenefista,
segundo o cadastro geral). Pegamos
uma pousada conhecida noutra viagem,
- praia, camarão e peixe,
cerveja - melhor do que a encomenda.
Almoço, soneca, descanso
- ísso é que é
vida, cara!
Praia
pela manhã, bisando. Lá
fomos, pé afundado na tábua,
chegada ao RECIFE. Direto à
Olinda, pousada, contato com Mônica
Larangeira pelo tel, e visitinha
ao Clóvis, coitado, nem
o vimos para não o incomodar,
tinha passado uma hora antes no
dentista que lhe aplicou o boticão
- devia estar com uma baita dor.
Mas, o papo com a esposa foi do
melhor entusiasmo. Imagine, 5ª
feira à noite, pouco tempo,
muitos compromissos agendados
e a probabilidade de não
encontrar todos os Cenfistas no
dia imediato.
Pulamos!
Fomos à estrada, em busca
de outros Cenefistas, lá
na Paraíba.
Pois bem, em João Pessoa
- Paraíba, o primeiro sorriso
foi do Paraíba - Roberto
Estevão, escapuliu do expediente
para um encontro de 15 minutos
em frente da Secretaria de Saúde,
onde trabalha. - É fácil
encontrar e reconhecer. Disse-me,
pelo celular. Sou magro, estou
de óculos e um papel na
mão. Respondi que sou inconfundível
também. Coroa, louro, alto,
num Weekend branco! Deu certo,
de primeira, ele tinha e tem cara
de Cenefista da gema. Rolou papo
e abraços, lembranças
e desentocamento de nomes. 15
minutos, é rumo à
Cabedelo.
Rodamos,
tentamos de toda sorte encontrar
o Tatá - OTAVIO MONTEIRO
FILHO - o tel não atendia,
o cel também não,
fora de área. Ficaria pra
volta.
Esticamos
direto à Genipabú
- RN - para servir de pit stop
para a sonhada praia de CANOA
QUEBRADA no litoral Cearense.
Êta coisa boa!
Realmente, Canoa Quebrada é
um espetáculo, possui todos
os ingredientes com os quais sonhávamos
- sol e brisa amena, mar azul,
águas mornas, camarões
e cerveja no ponto, cara! Dois
dias de curtição
da melhor qualidade. O litoral
Cearense até Fortaleza
sem desprezar o litoral dos outros
Estados, é de uma beleza
só
Em
Fortaleza, um novo pit stop, para
seguir até Praia de Lagoinhas,
à 80 km da capital, lá
foi para ficar 3 dias, com rodadas
de peixes, camarões, cervejas,
passeios, etc. Fomos encontrar
a Lagoa do Banana ( Banana - Paulo
Laercio Correia, escondeu ou nem
sabia que havia lagoa em sua homenagem,
supomos). Dias de curtição.
Voltamos
à Fortaleza, cidade bonita,
limpa e hospitaleira, fomos direto
ao Hotel Nova Orleans (New Orleans),
sabe de quem? Maconha - Roberto
Lopes Machado. O cara é
doido de tão simpático
que é, aliás o casal.
Mal tinha preenchido a ficha o
cara proibiu que fosse cobrado
qualquer centavo que houvesse
- a estada passou a ser cortesia.
Não adiantou eu brigar
para pagar, o cara não
deixou. Vejam só.
Fui
ao encontro de Waltinho Cabral
- WALTER RAUL O' GRADY CABRAL
para as abrideiras, e logo depois,
para o CHOPPAPO CEARENSE, que
MACONHA não pode ir, por
um compromisso que o impediu,
no entanto, estava bem representado
ali, pelo meu contemporâneo
JOSE OSSIAN, simpatia em pessoa
e o brilhante CLÁUDIO LIMA
ALBUQUERQUE, que junto com Waltinho
representaram todos os Cenefistas
Cearenses (com muitos, falamos
pelos tels e pelos cels).
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Torno
a dizer, Choppapos e encontros
coletivos devem ser programados
com antecedência, para que
todos tenham tempo suficiente
para conciliar suas agendas. E
outro detalhe, realizar sempre
de 3ª à 5ªs-feiras,
pois às sextas-feiras,
finais de semana e à segundas-feiras,
são dias menos propícios.
Embora tenhamos tido encontros
magníficos que caíram
em segundas e sextas-feiras -
pura sorte.
Voltamos
para Natal, instalamo-nos numa
pousada em Ponta Negra, de frete
para areia e mar, pegamos praia,
fizemos um passeio de jangada
pelo mar à dentro, curtimos
tudo de direito. Pela manhã
fomos à casa de Stewart
George Blair Daniel e Sônia,
o cara não se conteve
em emoções. Tomamos
umas cervejinhas das mais saborosas.
Uma hora e tanto de papo e recordações,
fatos e curiosidades da junventude
Cenefista.
À
noitinha, fomos ao Shopping
RioCenter de Natal, onde está
o negócio de Flávio
Alcides Pinheiro Araújo.
De lá mesmo, seus amáveis
funcionários o localizaram
no trajeto de um compromisso.
Largou tudo, mudou de rumo e
correu para o Shopping, foi
lá ter conosco. O encontro
foi emocionante. Nós
não nos conhecíamos,
ele entrou para procurar um
cara louro com cara de Cenefista,
e eu atento, bati os olhos (ajudado
por um funcionário),
o cara veio de braços
abertos. Não preciso
dizer mais nada.
Ele
só poderia reservar 10
minutinhos pra a gente papear,
nada mais. Vinte minutos depois,
choviam chamadas pelo seu celular:
As respostas eram: - já
vou, tô indo. O papo rolava.
- Tô no carro, tô
indo! - Tô chegando! E,
as conversas não acabavam.
O cara quase chutou o balde.
Foi preciso eu empurrar o cara:
- Não se prenda, a gente
se encontra no Rio de Janeiro
ou em Nova Friburgo, em setembro
ounum Choppapo .
Voltando,
batemos em CABEDELO - PB, o
Tatá tava noutro lado,
no celular. Alo?, Quem fala?
É o Gayer! Aqui é
o Otávio, venha, cara,
pegue a avenida tal e rua tal,
e pronto.
Em cinco minutos estávamos
curtindo um "scoth",
uns depois dos outros, Celma
e Therezinha no maior papo,
Táta, ex-Falcão,
possuía o mesmo rosto
de 50 anos passados, só
tingiu os cabelos com um pouquinho
de branco. A vista de seu ap
era coisa de doido. Papo daqui
dali, como vai fulano e beltrano,
etc, etc.
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Em
João Pessoa, novamente
tive que acionar o cel do Paraíba.
No nosso encontro acabei esquecendo
de fazer sua foto, tinha que fazer
isso de qualquer modo. A solução
seria a gente se encontrar e bater
a foto. Aí a gente conheceu
mais gente da sua família,
a senhora, um filho e a sogra.
Tudo gente simpática toda
vida. Nós não podíamos
ficar, teríamos que ir
para o Recife, o que foi feito.
Instalamo-nos
no Tívoli, na Boa Viagem,
montei o QG, logo logo estava
tudo encaixando. A filha de
Mônica acionando os caras
pelo lado de lá e os
outros, queimando as comunicações
uns com os outros e às
sete da noite, um grupo veio
ao hotel, e rumamos para o destino
- CHOPPAPO PERNAMBUCANO.
Os caras foram chegando, chegando
e a turma ali, virando. Cai
um besta de um temporal, água
pra daná, mesmo assim
veio mais gente.
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CHOPPAPO
é tudo igual, a
gente garimpa tudo do
passado, bota na pauta,
um emenda na conversa
do outro. Se um gagueja,
o outro solta a história,
puxa fotos de pastas e
envelopes, posa pra fotos,
canta hinos, bando de
coroas doidos e sentimentais
- coisa de jovens: Outros
jovens que não
chegaram, ao celular lamentaram
a ausência.
As despedidas são
demoradas, dramáticas,
só atenuadas com
as promessas: em setembro,
tamos lá!
Do
Recife direto a Aracajú
- SE, sem sucesso para
contatar Rubens e Wellington,
tudo bem. Cedinho, acordo
com uma besta indisposição
estomacal, que arruinou-me
por completo. Meus filhos
e netos, nesta altura,
também telefonavam.
- Como é? Domingo
é dia das mães,
vocês terão
que estar aqui. Todos
estaremos em sua casa.
Ai, acelerei até
Salvador, estradas boas,
livre de tráfego,
pé na tábua
o tempo inteiro. À
noite destinava-se a
um Choppapo bisado,
acabou com um agradável
encontro com os irmãos
Carlos e Jayme Machado,
eles de chope e eu de
leite. Fui porque são
caras maravilhosos,
mas, que eu estava danado
de doente, estava -
sou macho!
De
Salvador, passando pela
bela Ilha de Itaparica
alcançamos Valença,
pit stop para ir ao
Morro de São
Paulo, imperdível
Vale a pena ir lá,
é muito bonito,
não é
a toa as praias de lá
serem famosas. Arrisquei,
comi peixe, tomei uma
cervejinha contrariando
a madame, só
pra regular a serpentina
- não piorou
nem melhorou, fiquei
enjoado, mas, deu pra
levar.
Fiz
um pit stop em Itabuna,
chamei Marcelo pelo
telefone, era 6ª-feira,
o cara ia para Salvador,
onde mora um filho,
levar a mulher para
festejo do dia das mães.
Não consegui
falar com Silvano. Meti
o pé fundo, cento
e tantos por hora onde
dava.
Vitória,
um pouco melhor, mas,
enjoado o tempo todo.
Não deu pra mais
nada. No dia seguinte,
sem parar onde quer
que fosse mandei a ripa.
Cheguei em casa, tomei
uns chás, um
cocktail de tudo pra
estômago, fígado
e adjacências,
fiquei inteiro para
o domingo, sem cerveja,
de papinha e mingau.
É mole?
De
modo, foi magnífica
a viagem, só
lamento não ter
podido bisar os encontros
e pular o CHOPPAPO de
Campos/Macaé,
que faremos tão
logo seja possível,
é promessa. São
cidades próximas
do Rio, e provavelmente
a gente organiza uma
caravana de colegas.
Vamos planejar com calma.
Não vejo possibilidade
disso acontecer antes
de setembro. Atrasei
muito meus trabalhos
no Rio, correspondências
e tudo mais. Agora é
que a gente começa
a empatar.
O
prazer de encontrar
um ou 15 num momento
de confraternização
é muito emocionante,
imaginem os encontros
Nacionais em que temos
oportunidade de ver
e abraçar muita
gente. Vale o esforço
dos grandes eventos
de Setembro e Dezembro.
Principalmente os de
setembro, basicamente
duram 3 dias.
Saldo
dos 8060 km rodados,
13 dias de praia e 45
amigos no coração.
A
todos, o meu (nosso)
muitíssimo obrigado,
Robert
Gayer
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