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05
- 10 - 09
É
ATÉ LOUVÁVEL VIVER DE LEMBRANÇAS
(QUE FORAM BOAS);
MAIS
LOUVÁVEL SERÁ ACHAR ALGO
DE ÚTIL PARA TODA ESTA INTELIGÊNCIA
AGRUPADA!
A NAÇÃO QUE NOS DEU O QUE
TEMOS, MERECE ALGUMA RETRIBUIÇÃO
AO SEU POVO!
NÃO ACHAM?
Adão Eduardo de Miranda Sá
CNF - 60 a 62 |
13
- 09 - 09
Festas de Setembro - Parabéns
Fernão, Embora não tenha
podido estar fisicamente presente, as
fotos
e as descrições comprovam
o sucesso deste tão preparado e
pensado evento.
É muito importante manter a lembrança
do passado presente, poucos sabem
fazê-lo
e
você e a sua equipe souberam.
Abraços
Roberto Lisboa Waichenberg ( GNF
101 )
GNF - 50 a 51
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10
- 09 - 09
Prof.
Murilo Navarro Pereira - ESTE FOI REALMENTE
UM DOS MEUS PROFESSORES DO GNF.
DE GEOGRAFIA ONDE TINHAMOS AULAS FABULOSAS
COM MAQUETES MONTADAS NA SALA DE GEOGRAFIA.
SABIA DAR AULAS, TINHA COMPETENCIA E SEU
PASSAMENTO É SENTIDO.
À
FAMILIA ENLUTADA OS NOSSOS SINCEROS PÊSAMES.
ROBERTO LISBOA WAICHENBERG
CNF - 50 a 51
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08
- 09 - 09
Fernão,
saudações
Foi um feriado maravilhoso que passamos
, com todos reunidos , numa fraternidade
impar , sem igual , agradeço a
sua performance como presidente desta
associação , volto a repetir
foi maravilhoso o nosso encontro de setembro/2009,
e que tenhamos novos encontros auspiciosos
Marcio Albano (Marreco)
CNF
- 61 a 65
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20
- 08 - 09
Amigo
Fernão,
Prazer enorme em reencontrá-lo
e logo junto ao seu "amigo"
Helenio Minhoca, "mestre de biologia,
dou divisão celular
na quinta aula do dia, se algum aluno
levanta eu digo: cuidado menino cuidado."
A galera está animadíssima,
e como dizia o saudoso Nelson Rodrigues,
"-que os vivos saiam de suas casas
e os mortos
de suas tumbas"
Iremos todos ao Encontrão
em Friburgo.
Um
abraço
Americo Faria Ney
CNF
- 61 a 66
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06
- 08 - 09
Agradeço
em nome dos Meira de Vasconcellos,pela
atenção bem como as lindas
fotos do choppapo.
Com certeza estaremos presentes nos próximos
eventos
Do cenefista e amigo
José Meira de Vasconcellos
CNF - 68
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03
- 08 - 09
Queridos
amigos - foi por pouco. Mas a bola não
entrou.
Nunca
mais pude ir a Friburgo com vocês
para fazer farra e matar
saudades, já que passei a morar
em Portugal.
Entretanto,
este ano, estarei no Rio e, quando já
estava tentando
organizar a minha vida para ir novamente
encontrar lugares e
companheiros, o chute bateu na trave:
no dia cinco de setembro estou
pegando o avião para retornar
a Portugal!
Foi
mesmo por muito pouco.
Espero
que vocês se divirtam muito -
muitos abraços, muitos beijos,
muita galinhagem, porque a vida sem
humor é um porre (Bom, imagino
que
seja, porque a minha sempre foi vivida
com bom humor e energia).
Um
grande abraço para todos.
Quer
dizer que a Majórica morreu?!
(Jayme
- já te escrevo sobre o Clube
de Teatro. Tetê, perdi seu
e-mail: manda pra mim).
Beijos
a todos
Clovis
Levi - Barata.
CNF - 54 a 62
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31
- 07 - 09
Amigos
Ontem vi esse último filme do Harry
Potter e me dei conta de algo que tinha
sentido nos filmes anteriores e não
sabia explicar.
Não sei se é devido aos
artistas já estarem adolescentes,na
mesma faixa etária em que estudamos
na Fundação,
ou
se nesse
filme tem mais cenas mostrando a garotada
namorando, ou ainda se é porque
aparecem mais cenas
com
os prédios
envoltos em neblina.O que sei é:
No ambiente mostrado no filme, senti uma
sensação parecida com
a que sentia no colégio.
As cenas externas me lembraram muito um
dia de domingo à tarde no colégio
(Aquele som de um grande lugar vazio
- o barulho do silêncio)
Não sei se vocês já
viram algum dos filmes.Se já viram
procurem lembrar e me digam se sentiram
algo semelhante ou se
eu é que estou ficando muito nostálgico.
Um abraço
Flavio de Carvalho Filho
CNF - 66 a 69
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29
- 07 - 09
Confirmo que dia 06
de setembro 2009 estarei embarcando
para .....................Escócia.
Estarei fora do país por 30
dias.
Por este motivo, lamentavelmente,
não estarei presente (mais
uma vez) em Friburgo.
De qualquer maneira, desejo que o
Encontrão corra de forma fraternal
e dentro da programação
prevista com uma presença
maciça de ex-colegas, professores
e funcionários.
Boa
sorte e um abraço.
ALEGUCHE
Ian
David Turnbull (Azul 59 a 65)
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27
- 07 - 09
Olá
pessoal
Entrei no site por acaso e mergulhei no passado.
Fui aluno durante sete anos do CNF e gostaria
muito de estar revendo alguns daqueles amigos
em especial o Alan Porto Carreiro meu companheiro
de quarto, o Marcio e a Jacqueline Aor. Por
anda anda esse pessoal, voces saberiam me informar?
Fica aqui restabelecido o contato e parabens
pela iniciativa que me tocou fundo.
Beijos pra todos
Alfredo Soria Calabre Junior
(Santista)
CNF
- 60 a 66
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27
- 08 - 09
Repassem
aos filhos um caloroso abraço transmitindo
como eram bons os que partiram e a perda
para os que os conheceram e tiveram o
privilégio de compartilhar de honesta
e produtiva companhia.
Abraço
Americo Faria Ney
CNF
- 61 a 66
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26
- 08 - 09
Não
poderei estar na missa no dia 28, por
não estar no Rio de Janeiro
Mas o professor Edmar é uma dessas
pessoas de que nós não esquecemos
nunca pela vida afora. Ele foi pessoa
importante na minha passagem pelo CNF,
em 63 e 64, quando além de professor
de matemática era o coordenador
do científico.
Guardo dele a lembrança de pessoa
severa e exigente mas compreensiva e carinhosa
quando cabia.
Por favor, façam chegar minha mensagem
de solideriedade aos filhos do prof. Edmar.
Obrigado e um abraço,
João Otavio Domingues de Oliveira
(Tatau)
CNF - 63 a 64
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25
08 09
Estarei
elevando minhas preces em nome do casal.
Mesmo sabendo do processo natural da vida,
sentimos a partida daqueles com os quais
convivemos e nos são queridos.
Enfim de todos aqueles que são
nossas raízes nesta curta passagem
terrena.
Jose Carlos Coutinho (Bicudão)
CNF
-
55 a 61
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24
- 08 - 09
Cada
vez que eu recebo um e.mail de falecimento
do CNF me dá um frio na espinha.
Edmar foi um professor querido e achei
incrível o falecimento de ambos
praticamente juntos. Acho que isso, de
certa forma, é uma benção.
Abraços
Maria Luiza Eberius (Quica)
CNF - 68 a 70
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24
- 08 - 09
Estou
recebendo a noticia com uma enorme tristeza:
fui aluno dos dois. De "Edmarzão",
por mais tempo, e com um
detalhe: meu apelido era COMPUTADOR ELETRONICO
por ter certa facilidade com matemática,
e ele brincava com essa
característica. No Cientifico, por
razões diversas, enfrentei algumas
dificuldades com a matéria. Edmar,
então, percebendo
essa mudança no meu comportamento
passou a me dar aulas particulares em sua
casa (no próprio CNF) dois ou três
dias
por semana, a noite, até que recuperei
a situação anterior. A sua
dedicação e seriedade como
Professor eu jamais esquecerei.
Lembro tambem que foi o Professor mais respeitado
da sua geração, por sua força
moral, que não admitia, nem dos colegas
nem dos alunos qualquer tipo de provocação.
Depois que deixei o CNF em 1972 perdi com
ele o contato. Para mim foi uma
enorme honra e um grande privilegio ter
sido aluno e amigo de ambos: Que Deus os
tenha a Seu lado! Que seus filhos e
descendentes recebam o meu abraço
fraterno e que saibam do carinho e admiração
que seus alunos tinham pelos dois.
O chato é que perder os amigos CENEFISTAS
está se tornando uma constante. Gostaria
que o destino nos desse uma trégua,
pelo menos por algum tempo.
Jose
Cardoso da Cunha Filho (COMPUTADOR ELETRONICO
ou PERNAMBUCO) - Recife
CNF - 68 a 72
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23
- 08 - 09
Não os conheci.
Mas lamento que tenham morrido.
Um abraço fraterno do
Jose Augusto Carvalho
CNF - 57 a 58
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23
- 08 - 09
É com muito
pesar que envio esta mensagem de solidariedade
aos familiares dos professores, Edmar
e Therezinha.
Ela foi minha professora, que me ensinou,
além da gramática e os primeiros
caminhos para o salutar hábito
da literatura,
importantes conceitos sobre a moral, justiça
e amizade. Bem, assim é a vida.
Geraldo Guimarães
, de Aracaju-SE.
CNF - 71 a 73
|
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23
- 08 - 09
Favor
transmitir à família do
professor e amigo Edmar, nosso sincero
sentimento pelo falecimento daquele que
acompanhou o dia-a-dia da turma dos "meus
oito amigos", que assim ele denominou
o grupo do terceiro científico
de 1965, quando como paraninfo, iniciou
seu discurso de encerramento do nosso
curso.
Sempre dava a aparência de "durão",
mas na realidade era um Homem, meio irmão-meio
pai, que sempre, à qualquer
hora do dia ou da noite se colocava disponível,
apresentando o ombro amigo para mostrar
como na realidade a vida
se desenvolvia.
Tivemos também através dele,
a oportunidade de acompanhar a vida de
seu irmão médico, Edson,
um brasileiro
pioneiro mundial em transplante de fígado
e rins, e que por coincidência da
vida operou minha cunhada com sucesso
pleno à época, acredito
que já em 1972.
Nosso muito obrigado por tudo que realizou
e pela experiência que transmitiu
de forma clara e precisa.
Marcelo de Aquino Gazineu (Kid)
CNF - 64 a 65 (do grupo de Campos-RJ)
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23
- 08 - 09
Que
coisa.Pelo menos não ficaram separados.
Abraço
Bob Sharp
CNF
- 53 a 54
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21
- 08 - 09
Recebi consternado a noticia
do passamento de ambos professores. Fui aluno
de Português da Profª Therezinha
em 1965/66.
Grandes mestres como o Prof. Daniel de História
que partiu ano passado...e a vida segue!
Ficaram os excelentes exemplos que assim nos
consolam
Abraços
Jomar Duarte Filho
CNF
- 65 a 68
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22
- 09 - 09
Um
beijo e solidariedade para Suzana que
como Barbara eram da minha turma.
A imagem que guardo é de nós
todos aos 14 - 15 anos jogando totó
e/ou ping pong no salão do cientifico.
Paulo Garcia de Souza (Maconha)
CNF
- 65
a 70
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21
- 07 - 09
Meu Deus! Que coisa triste e
assustadora. É dificil acreditar que
Friburgo nao seja mais aquela cidade tranquila
em que vivíamos. Ir ao correio era um
ato tao simples...Espero que a familia e os
amigos do Conrado encontrem
forças para passar por esta tristeza
tão desnecessária.
Margareth Santos
CNF - 66 a 73
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21
- 07 - 09
Que
coisa triste, Nós já não
somos novos, nem muitos e ainda somos diminuidos
de uma forma tão covarde.
Meus pesames p/ a família e sentimos
imensamente a perda de um cenefista irmão.
Aleguche com imensa tristeza!
Eduardo Bacal
CNF - 64 a 71
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21
- 07 - 09
Onde foi isso??/ Tem algum telefone
da irmã dele??? Meu Deus, que fatalidade...
Abs,
Avelino
Gonçalves de Almeida Filho
CNF - 63 a 68
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21
- 07 - 09
É
com muita dor que recebo essa noticia ao saber
que mais um Amigo do CNF morre por violência
que nos afronta no dia a dia de nossas vidas.
Gostaria de saber local e hora do cortejo. Aleguche.
Gimar
Rodrigues da Silva.(Quero-Quero)
CNF - 70 a 76
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21
- 07 - 09
Tive a oportunidade de conhecer
Conrado, seu pai Frederico, grande empresário
em Friburgo e sua irmã Susana. É
com muito pesar que tomo conhecimento de seu
prematuro falecimento, sendo mais trágico
ainda o fato de ser vitima de assalto. Quando
recordo minha passagem pelo CNF nos anos 70
não me vêm a memória cenas
de violência: a cidade era tranquila e
podiamos andar em paz pelas madrugadas, tendo
como preocupação, apenas, o frio
e alguns boêmios que bebiam um pouco mais
da conta.
Essa insegurança generalizada - Recife,
onde moro atualmente, é uma das cidades
mais violentas do Brasil - nos torna refens
e prisioneiros de nossas próprias casas,
restando-nos apenas a ilusão de que em
condomínios fechados, shoppings centers
ou carros blindados estaremos mais protegidos
dessas fatalidades. Repito: pura ilusão!!!
Gostaria de transmitir à família
de Conrado, em especial a Susana, os meus pesames.
Quanto a Susana, tenho a impressão de
que ela passou em Recife há algum tempo,
a bordo de uma navio-laboratório, formada
em Biologia Marinha, se não me falha
a memória. Desejo a ela e a Barbara Hepp
(muito amiga e filha de um sócio de Frederico
Sichel) toda a felicidade que a vida poder lhes
proporcionar: elas eram duas meninas lindas,
uma lourinha dos olhos azuis e profundos e a
outra uma ruiva sardenta com um corpo escultural,
ambas reunindo toda simpatia e afeto que agora
embasam as minhas recordações.
O Sr. Frederico, não sei se ainda é
vivo. Se for,quero que saiba que sou rotariano
em Recife, pois recordo que ele era um membro
bastante ativo de Rotary de Nova Friburgo, e
que lhe desejo muita paz e superação
para a perda de ente tão querido.
Abraço a todos
Jose
Cardoso da Cunha Filho (Computador Eletrônico
/Pernambuco)
CNF
- 68 a 72
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21
- 07 - 09
Não
o conheci, mas lamento que tenha sido mais uma
vítima da violência urbana...
Um abraço fraterno do JAC
Jose Augusto Carvalho(Cabral)
CNF
- 57 a 65
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21
- 07 - 09
Não o conheci, mas
é uma morte lamentável sob todos
os pontos de vista. Estamos vivendo clima de
Bagdá. Só uma medida acabará
com isso no Brasil: rito sumário e execução.
Parto do velho princípio de que quem
tem orifício anal tem medo.
Abraço
Bob
Robert Amaral Sharp
CNF - 53 a 54
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22
- 08 - 09
Curiosamente
44 anos depois penso frequentemente na Tia Helena e posso
imaginá-la atraz do balcão na biblioteca
do Ginásio.
Em 1965 Miguelzinho Arraes e eu eramos meninos de 10 para
11 anos anos e ficavamos muito na biblioteca onde sob
atenção e orientação de Tia
Helena lemos vários da coleção Arsene
Lupin e num arroubo de travessura Capitães de Areia
de Jorge Amado.
Miguel infelizmente saiu logo do Colégio, mas Jomar,
Sonambulo e outros que escreveram mensagens ai continuaram
e por muitos anos a biblioteca era um ponto de encontro.
Queria aproveitar a ocasião para expressar uma
grande gratidão, espero que possa confortar um
pouco os familiares, saber que ela plantou muitas sementes
durante a vida ...
To ficando nostálgico ... vou tentar ir no 7 de
Setembro
Paulo
Garcia de Souza (Maconha)
CNF
- 65
a 70
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08
- 07 - 09
Lembro-me
de d. Helena e associo-me a manifestacoes de pesar (estou longe
e o teclado nao tem acentuacao nacional)
Abrs.
Marcello Cerqueira
CNF
- 50 a 52
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08
- 07 - 09
Aqui
em Los Angeles longe do Brasil recebi informacao da morte
de Dona Helena ou Tia Helena, a bibliotecaria do Colegio.
Eu sempre fui ligado ao livro e aqui nos Estados Unidos estou
com uma imprensa completa de tipografia, sou membro de um
clube
de colecionadores de livros chamado Zamorano Club. Muito disso
se deve a influencia de Tia Helena que me iniciou na leitura
de livros
no ginasio. A influencia era sempre muito sutil sem nunca
empurrar. Ela me levou a Jorge Amado e eu li quase tudo que
o Colegio tinha.
Seu amor aos livros passou para mim sem dificuldades e a influencia
foi definitiva. Agora estamos restaurando uma casa em Pasadena
e a minha primeira meta foi de estabelecer a biblioteca que
ja esta feita esperando que a casa se complete para que possamos
nos mudar.
A lembranca da Tia Helena eh indelevel na minha memoria.
André Chaves (Cabeleira)
CNF
- 58 a 64
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08
- 07 - 09
Eu
a conheci muito antes de conhecer o CNF. Ela era de uma família
friburguense conhecida do meu pai. O pai dela, era dono de uma
das
maiores lojas de materiais para construção em
Friburgo ( A
Carestiato
) , situada na mesma rua onde também existia o Colégio
Cefel.
Eu com seis anos, ela com quinze, talvez. Eu deslumbrada com
o tamanho da loja e as novidades, ela pronta para o cinema.
Alguns anos depois eu encontrei-a entre livros, organizadíssimos,
na Biblioteca do CNF. Pude com ela conversar mais e dividir
situações
difíceis, estabelecida por uma legislação
nova de uma escola masculina que abria as portas para receber
meninas. Encontra-la por lá, foi
a minha salvação !
Eu, acabava de chegar do Rio de Janeiro e fui estudar num Colégio
de regime semiinternato, onde naquele prédio, eu era
a única menina
e cujo horário era extenso para as necessidades que não
poderiam ser com partilhadas com meninos. Os dirigentes não
atinaram para o fato.
O único banheiro usado por mulher, era perto da escada
interna, em frente da porta da Biblioteca ( O Banheiro da Da.
Helena ) que
funcionava, nos dias em que a Da. Helena estava trabalhando
! Foi o Sr. Hans quem entregou-me uma chave para abrir um banheiro
velho, esquecido e sujo localizado no caminho da enfermaria.
Naquele momento, ganhei o meu primeiro troféu!
Da. Helena, solucionava também,alguns conflitos sociais
: Abrigava menores " perseguidos" por algum "
maioral ". Ela os escondia atrás de
livros grandes, abertos, nas mesas do fundo da Biblioteca, quase
sempre utilizadas pelos alunos mais velhos. O " maioral
" era banido delicadamente, do ambiente de leitura e levado
até a porta. Algumas vezes, ela nos deixava por lá
, até o termino do recreio...
Desciamos juntas na caminhonete. Ela sentada ao lado da Lourdes,
a secretária do Prof. Amaury, ambas figuras delicadas
e importantes.
Em 2004 eu a vi na janela do apartamento da rua General Osório,
conversamos um pouco. Hoje ao ler o e-mail, lamentei não
ter aceito o
convite para o chá.
Maria Alice Antunes
CNF
59 a 60
|
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09
- 07 - 09
Tia
Helena!!
Sempre teve carinho , dedicação com todos um amor
de pessoa! Que Deus a tenha ao seu lado!
Essa merece...
Abraços
Wilson Clemente (Marrom)
CNF - 69 a 75
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09
- 07 - 09
Na
minha época, o bibliotecário era um certo Aires.
Era humilde e suportava com estoicismo a gozação
dos alunos.
Um abraço fraterno do JAC
Jose
Augusto Carvalho (Cabral)
CNF
- 57 a 65
|
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09
- 07 - 09
É
com profundo pesar que recebo a notícia do falecimento
da nossa querida "Tia Helena", a principal responsável
pela minha
iniciação na leitura! Tenho certeza que sua missão
foi plenamente cumprida e que ainda voltaremos a nos encontrar
em futuros
desdobramentos de nossa existência.
Luiz Gallon
CNF - 71 a 73
|
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09
- 07 - 09
Gostava
imensamente de Tia Helena, que me incentivou bastante na leitura
dos bons livros brasileiros. Ela me dava um tratamento
especial, permitindo que eu ficasse mais tempo com os livros
do que as normas da Biblioteca permitiam. Que Deus a tenha do
seu
lado cuidando dos escritos celestes.
Abraços para todos e ALEGUCHI.
Zé
Cunha (Pernambuco/Computador Eletrônico)
CNF
- 68 a 71
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09
- 07 - 09
Eu
planejava visitar Tia Helena em setembro proximo qdo pretendo
ir a Friburgo. Tinha feito até um contato telefônico
pessoal com um
sobrinho dela que é comerciante na cidade. Ela fazia
uma geléia de morangos que meu pai adorava e eu sempre
encomendava a ela para presentear o 'velho'. Teve também
um ano que a Biblioteca me presenteou com um troféu de
maior leitor e que guardo com carinho até
hoje com as lembranças da tia Helena.
Jomar Duarte Filho
CNF
- 65 a 68
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10
- 07 - 09
Estudei
no CNF de 68 a 70 e todos os dias frequentava a biblioteca.
Bom, quase todos os dias. A paciencia dela com a gente
era incrível.
Fui colocado pra fora vááárias
vezes incluíndo Paulo Afonso, Otto e Hercílio.
Foi lá que li pela primeira vez histórias
do Asterix, o gaules e
hoje tenho a coleção completa. Acreditem,
era em frances e não entendi naaaada, embora
tivessemos aula dessa língua.Tia Helena sempre
interferia na relação entre os alunos
principalmente quando queriam fazer alguém de
"pele" (novato). Olha, eu era feliz e não
sabia...
Que Deus a tenha em bom lugar. Ela merece porque aturar
a gente, não era brincadeira....
Saudades
daqueles tempos.
Abraços
Flavio
Ashcar
CNF
- 68 a 70
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11
- 07 - 09
Lembro
muito de D. Helena. Ela fazia uma estatística.
que fixava no quadro de avisos da biblioteca do Colégio
Nova Friburgo. mostrando
quem eram os maiores leitores do periodo. Confesso que
eu aparecia muito pouco - normalmente quando havia "estudo
dirigido", também
eu me desculpo pelo fato de que participava de tantas
atividades esportivas que o tempo me era escasso.
Havia,
também, uma biblioteca no prédio do científico
e a pessoa que tomava conta era o Sr. Absalão
que levava um filho seu para a
biblioteca que logo ganhou o apelido de Absalãozinho,
que alguns, dos nossos colegas, questionavam se não
deveria ser Absaleta.
Lembro de ter lido Jorge Amado por influência
de D. Helena e que, quando da visita do grande escritor
brasileiro ao CNF, cheguei a
cumprimentá -lo. Eu estava próximo de
Mario Rubens de Mello Filho, esse um leitor assíduo
e conhecedor da obra de Jorge Amado.
Vou
sempre lembrar de D. Helena por ter me proporcionado
a satisfação de ter apertado a mão
de Jorge Amado. Um dia, em outras circunstâncias,
quando estive com ele, recordei dessa passagem e ele
afirmou ser o CNF um colégio muito bom e que
havia duas bibliotecas...!
D. Helena que era uma pessoa nobre certamente foi
convocada por Deus para continuar a nobreza de amar
os livros.
Afonso Brito Chermont
CNF 58 a 64
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08
- 07 - 09
Zé
Franco, como era aqui conhecido, estudou na década de
70 no CNF. Lá esteve muito em função da
presença do Zeno, Toca e minha. Sua família era
do Marajó, como a minha, e o fato de sermos um pouco
mais velhos e elogiarmos o colégio, seus pais resolveram,
então, que os Franco (eram dois ) estudassem em Friburgo.
Minha relação com ele era de pura cortesia: quando
nos encontrávamos, invariavelmente , falávamos
do CNF, do Marajó. Ele me tratava como se eu fosse um
irmão mais velho. Senti muito sua ida. Estive no enterro
onde encontrei com Zeno Veloso.
Afonso Brito Chermont
CNF
- 58 a 64
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09
-07 - 09
Fui
colega de turma de Lobato e com ele, eu que sou pernambucano
e voltei a morar no Recife depois da experiência passada
no CNF
em Friburgo, aprendi a gostar do Marajó e do Pará
como um todo. Sinto imensamente seu falecimento precoce embora
há muitos anos
não tivesse noticias suas. Era uma pessoa boa, pacífica
e tranquila que merecia viver muito mais.
A gente chega numa certa idade onde começa a perder os
amigos: é o outono de nossas vidas.
Abraços para todos e ALEGUCHI.
Zé
Cunha (Pernambuco/Computador Eletrônico)
CNF
- 68 a 71
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Mensagem do colega Marcio Braga |
Caros colegas genefistas e cenefistas de todos os tempos:
Dentre os cerca de 4.000 alunos que o nosso querido Colégio teve em seus 28 anos de funcionamento, muitos se destacaram na vida. Afinal, o GNF-CNF nos provia dos meios de que precisávamos para seguir uma carreira de destaque no Brasil. Tínhamos um excepcional ensino e uma Escola de Vida incomparável.
Dentre os que se destacaram quero me ater, neste momento, em Marcio Braga. Genefista da primeira hora, entrou no Colégio em 1950 e ali estudou todo o Ginásio, saindo no final de 1953.
Os quatro anos de GNF foram suficientes para gravar em sua vida um amor eterno ao Colégio. Marcio foi um dos que liderou a criação da Associação, quando, em 1985, junto com Marcello Cerqueira e Carlos Eduardo Dolabella, foi signatário de um anúncio que procurava por genefistas e cenefistas e os convocava a um jantar na velha Majórica e para o desfile de Sete de Setembro. Foi sempre um ex-aluno atuante e ajudou a construir a nossa Associação. Mais tarde foi seu Presidente e foi também o grande responsável pela criação do nosso atual Centro de Memória.
Hoje, embora tenha se tornado menos assíduo aos eventos da Associação, Marcio nunca se esquece de que é um Genefista. Todos os meses comparece com sua contribuição para as despesas da Associação e sempre está em contacto com algum de nós.
A par disto, Marcio teve uma carreira vitoriosa como dirigente do Flamengo.
Hoje, encerrando sua participação nos destinos do Flamengo, Marcio deixa uma carta, onde faz o balanço dos 33 anos de dedicação ao Clube de seu coração.
Neste momento, temos que deixar as nossas preferências de torcedor de lado (eu sou Tricolor de Coração) e pensar que somos todos ex-alunos, professores e funcionários do GNF e CNF e aplaudir o nosso colega pela sua carreira vitoriosa no Flamengo.
Abaixo, está a carta escrita por ele a todos os flamenguistas. Peço, entretanto, ao Marcio, licença para estender as suas palavras a todos os amantes do futebol, pois suas iniciativas e atitudes transcenderam as fronteiras flamenguistas e trouxeram benefícios a todos os times do Brasil.
Parabéns, Marcio por sua brilhante atuação como dirigente esportivo e obrigado pelo seu legado ao esporte brasileiro.
Um grande, forte e tricolor abraço.
Fernão
Rio de Janeiro, 30 de dezembro de 2009
Companheiros rubro-negros,
Ao transmitir a presidência para Patrícia Amorim, desejo registrar a emoção pelo privilégio de ter a minha vida ligada à história do Flamengo nos últimos 33 anos.
Durante este período, exerci a presidência do Clube por seis mandatos, totalizando 14 anos. Também presidi o Conselho Deliberativo duas vezes, somando outros quatro anos.
Foram 18 anos à frente de um dos Poderes do Flamengo em diferentes ocasiões. Essa aventura me propiciou a glória de ter sido o presidente mais vitorioso da nossa história, com o Campeonato Brasileiro pela primeira vez, em 1980, a Libertadores e o Campeonato Mundial de 1981, o Bi-Brasileiro 82, o Tetra em 1987, o Penta em 1992 e o Hexa em 2009.
Nestes dois últimos mandatos, de 2004 a 2009, além da consagradora campanha do Hexa-Brasileiro, o Flamengo venceu a Copa do Brasil e foi quatro vezes Campeão Carioca (Penta-Tri).
Conquistamos a hegemonia incontestável do futebol brasileiro, o melhor do mundo. O Flamengo tem a maior e mais bonita torcida do planeta e é o clube mais valioso do país.
Toda essa glória no futebol foi conquistada concomitantemente às incontáveis vitórias no remo e no basquete e ao destaque dos atletas rubro-negros, com a nossa camisa e com a do Brasil, na ginástica, na natação e tantos outros esportes olímpicos. O Flamengo preservou, portanto, a sua tradição de Clube poliesportivo.
Fui eleito presidente pela primeira vez no dia 28 de dezembro de 1976 e a primeira reunião de diretoria foi no dia 4 de janeiro de 1977. Naquela época, o Flamengo já era muito popular, mas enfrentava sérias dificuldades administrativas e financeiras. Os salários estavam atrasados, o Clube não recolhia impostos e devia a mais de 30 bancos. Em dois mandatos, resgatamos a credibilidade, organizamos a administração e recuperamos o prestígio esportivo. Fomos tricampeões cariocas, além da citada conquista do Brasileiro. Modificamos o estatuto, limitando a reeleição em somente uma vez.
Quando fui convocado para disputar a eleição outra vez, em 1986, o Flamengo estava novamente em crise. A história se repetiu. Conseguimos recuperar a credibilidade e o prestígio do Flamengo. O estatuto foi novamente modificado para estabelecer a eleição direta.
Não só o Flamengo, mas todo o futebol brasileiro estava em crise na ocasião. Com a participação decisiva do Flamengo, foi consagrada, em 1987, a criação da União dos Grandes Clubes Brasileiros (Clube dos 13), uma revolução na gestão do futebol em nosso país. E foi instituída a Copa União, cuja vitória pelo Flamengo nos deu o Tetra.
Em 2003, o Clube vivia mais uma vez uma grave crise. O então presidente sofrera um processo de impeachment. Novamente fui eleito com a responsabilidade de enfrentar grandes desafios.
Quando assumi o cargo, em janeiro de 2004, a situação do Flamengo era dramática. Os salários estavam atrasados há três meses. O Clube sequer tinha talões de cheque. A Justiça Federal tinha decretado a insolvência. A sentença mandava o Flamengo vender todos os bens para pagar os credores. Se isso ocorresse, ainda ficaria devendo R$ 139 milhões (patrimônio líquido negativo).
Nada disso ocorreu. Empenhei a minha credibilidade política e o meu aval pessoal. Trabalhamos duro e, nestes últimos seis anos, reconduzimos o Flamengo ao caminho da vitória.
Além da hegemonia no futebol e das conquistas nos outros esportes, o Flamengo está com os salários em dia, acaba de passar por uma auditoria financeira independente e tem contratos assinados que asseguram receitas de mais de R$ 100 milhões anuais.
Uso o plural para resgatar essa história porque entendo que a vitória é uma construção coletiva. Essas conquistas foram possíveis graças à ativa participação de muita gente. No nosso caso, a vitória é resultado de um valor fundamental: o compromisso com a Causa Rubro-Negra. É isso que nos diferencia dos outros.
E é por isso que faço questão de registrar 274 nomes nessa carta – mesmo sabendo que, traído pela memória, devo estar cometendo injustiça com outras pessoas. A todos que estou citando – entre amigos, companheiros, aliados, adversários, críticos e até inimigos pessoais – credito esta condição de pessoas comprometidas com a Causa Rubro-Negra, e um registro especial aos funcionários do clube no decorrer desses anos.
Patrícia Amorim e a nova Diretoria recebem o Flamengo ainda com grandes desafios, mas completamente diferente de seis anos atrás, com o moral em alta pela conquista do Hexa e da credibilidade e, também, com projetos em fase avançada de estudos, que poderão ter grande impacto positivo no futuro do Clube:
- Fla Novas Gerações, que reúne os nossos programas de responsabilidade social.
- Fla Olímpico, para a formação de atletas e equipes competitivas nos desportes olímpicos.
- Fla Futebol, que viabiliza a incorporação do CFZ, do grande ídolo Zico, contribuindo para a gestão empresarial do futebol.
- Programa de Revitalização da Gávea, para reforma da nossa sede e construção de novos espaços para atividades esportivas, culturais e sociais.
Mulher, jovem, atleta do Clube, Patrícia é de outra geração e traz uma nova visão. Quando assumi a presidência, em 1977, Patrícia começou a sua carreira de atleta do Flamengo, com oito anos de idade.
Sei que a nova presidenta e sua equipe também são pessoas comprometidas com a Causa Rubro-Negra e têm plenas condições para acertar, vencer e avançar ainda mais no destino de glória do Flamengo.
Feliz Ano Novo
Marcio Baroukel de Souza Braga
UMA VEZ FLAMENGO, SEMPRE FLAMENGO!
A estes companheiros, o reconhecimento do compromisso com a Causa Rubro-Negra:
São Judas Tadeu
Presidente Lula
Governador Garotinho
Prefeito Cesar Maia
João Carlos Magaldi
Bruno da Silveira
Marco Aurélio Moreira Leite
Buck
Claudio Coutinho
Kanela
Adail Braga
Adalberto Ribeiro
Adib Jamil Amin
Adílio
Alain Fontain
Alberto Celento Jr.
Alexandre Alvarez
Alexandre de Médicis
Alexandre Lima
Alexandre Moraes (do Gease)
Alfredo Passareli Macedo Costa
Almte. Heleno Nunes
Álvaro Barros Moreira
Alvaro César de Andrade
Álvaro Sá
Amauri Temporal
Andrade
André Gustavo Richer
Antônio Augusto Dunshee de Abranches
Antonio Chiacchio
Antônio Esteves Marques
Antonio Luiz Macahyba
Antonio Moreira Leite
Aparício da Raça
Armando Brasil Salgado
Armando Monteiro
Arthur Lavigne
Artur Rocha
Bernardo Amaral
Betão
Bruno Lourenço
Campina da FlaNego
Carlinhos
Carlinhos Niemeyer
Carlos Camanho
Carlos Eduardo Dolabela
Carlos Henrique de Carvalho Fróes
Carlos Langoni
Carlos Maurício Martins Rodrigues
Carlos Tertuliano de Góes (Joca)
Cel. Brocchi
Célio Cotechia
Celmar Padilha
Celso de Paula Garcia
Cesar Wadih Bedran
Chico Feitosa (Fim de Noite)
Cláudio da Raça
Clovis Sahione
Cristina Callou
D. Laura de Carvalho da Charanga
D. Liberty da Flamilha
D. Vanda da Flatuante
Daltely Guimarães
Delair Dumbrosck
Dil Thomé
Diogo Nogueira
Djalma Boechat
Domingos Bosco
Dr. Antonio Teixeira
Dr. José Luiz Runco
Drault Ernani Filho
Edgard Rocha de Souza
Eduardo Manhães
Eduardo Motta
Egildo Santiago
Elias Aquim
Elizeth Cardoso
Elzinha Braga
Erasmo Alfaia
Ercio Braga
Ernesto Albrecht
Ewaldo de Souza Alves
Fernando Horacio da Matta
Fernando Lourenço Braga Pereira da Cunha
Fernando Mibielli de Carvalho
Flavio Alves Pereira
Francallaci
Francisco Horta
Fred Gueiros
Gabriel Pensador
George Helal
Gerson Arraes
Gerson Biscotto
Gilbert Prates
Gilberto Cardoso Filho
Giuseppe Taranto
Guido Antonio Couto Maciel
Guilherme Eduardo Embry
Habib Abdouche
Haroldo Couto
Harry Klein
Hélio Barroso
Hélio França
Helio Paulo Ferraz
Hildegard Angel
Hilton do Valle
Hilton Santos
Humberto Esteves Marques
Isabel
Isaías Tinoco
Isidorio Danon
Ivan Coelho
Ivan Drumond
Ivanir
Jacob Steinberg
Jamil Farah Melki
Jaqueline
João Araújo
João Baptista Pacheco Fernandes (João sem braço)
João Emílio
João Flamenguista da FlaPonte
João Henrique Areias
João Nescésio Tavares Ferreira de Salles
João Nogueira
Joaquim Vaz de Carvalho
Joel Teppet
Jorge Bedran
Jorge Benjor
Jorge Curi
Jorge Granja
Jorge Martins Freire
José Alberto Couto Maciel
José Almeoni de Araújo Pinho
José Antonio dos Santos Sobrinho
José Carlos Dias
José Eduardo Ferreira Landim
José Fiel de Oliveira Fontes
José Humberto Mendes Barbosa
José Luiz Portela
José Maria Khair
José Maria Sobrinho
José Narciso Drummond
José Oswaldo Darwich
José Quintela da Boca Maldita
José Saba
Josef Berensztejn
Juana Saba
Juca Kfuri
Júlio César Catalano
Junior
Kleber Leite
Leandro
Léo Almada
Léo Rabello
Luiz Augusto Veloso
Luiz de Mello Rego
Luiz Paulo Segond
Luiz Fernando Lima
Lysias Itapicuru Filho
Major Tarcísio José dos Santos
Manoel Camilo Ferreira Landim
Manoel Emilio Alves Guilhon
Marcelo Antero
Marcelo Siqueira
Marcia Fialho
Marcia Fillippe
Marcio da FlaAngra
Marco Antonio Moreira Leite
Marco Polo Moreira Leite
Marcos Braz
Marcos de Castro
Marcos Góes
Marcus Faver
Marcus Vinicius de Carvalho
Maria Elisa Guimarães
Marilene Dabus
Mario Arnaud Baptista
Mário Cruz
Maurício Gomes de Mattos
Melhin N. Chalhoub
Michel Asseff
Michel Asseff Filho
Ministro Marco Aurélio Mello
Moraes Moreira
Moysés Akerman
Moysés Saubel
Murilo Ramos Neto
Newton Rique
Niltinho da Flachopp
Nunes
Octamyr Andrade
Odir Corado
Onurb Couto Bruno
Oswaldo Saad
Octavio Florisbal
Otávio Leite
Padilha Sodré
Patrícia Amorim
Paulo Brame
Paulo César Catalano
Paulo César dos Santos Pereira
Paulo César Leal
Paulo Dantas
Paulo Gomes
Paulo Orro
Paulo Roberto Martins Abran (Sombra)
Pedro Trengrouse
Pepeu Gomes
Pepita Rodrigues
Pinkwas Fiszmann
Pintado
Plinio Serpa Pinto
Quintelinha
Radamés Lattari
Raul Plassman
Raul Bagatini
Raul de Mello Rego
Renato Gaúcho
Renato Noval
Ricardo Hinrichsen
Ricardo Mussi
Ricardo Teixeira
Roberto Jefferson de Oliveira
Roberto Marinho
Rodolfo Antici
Rogério Steinberg
Rômulo Arantes
Rômulo Arantes filho
Ronaldo Gomlevski
Ronaldo Helal
Ronaldo Steinberg
Ronaldo Uchoa
Rui da Flachopp
Ruy Cardoso
Ruy Castro
Salomão Simão
Sandra de Sá
Sebastião Kastrup
Sebastião Pedrazzi
Senador Arthur Virgílio Neto
Sergio Alvarenga
Sergio Laport Machado de Oliveira
Sergio Malaguti
Sergio Miranda
Sergio Roberto Veiga Brito
Sidney Marcelo
Silvano Octavio Fernandes de Brito
Sylvio Capanema
Silvio Pellico Abreu
Silvio Queiroz Corrêa
Siro Darlan
Sylvio de Piro
Thiago Lacerda
Toninha da Flamante
Tulio Rodrigues
Ulysses Malaguti
Urubu Guerreiro (minha torcida organizada)
Vassoura
Verinha da Flamor
Vinicius França
Vinicius Nagem da Fla-Paraná
Waldemar Coelho da Costa Filho
Walter Clark Bueno
Walter Felippe D`Agostino
Walter Mattos
Walter Mattos Jr.
Walter Oaquim
Washington Rodrigues
Wilson Peixoto
Wolf Aschkenasi
Yatagan Anderson de Oliveira
Zé Vaz da Dragões
Zevy Ghivelder
Zico
Ziraldo
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