05 - 10 - 09
É ATÉ LOUVÁVEL VIVER DE LEMBRANÇAS (QUE FORAM BOAS);

MAIS LOUVÁVEL SERÁ ACHAR ALGO DE ÚTIL PARA TODA ESTA INTELIGÊNCIA AGRUPADA!
A NAÇÃO QUE NOS DEU O QUE TEMOS, MERECE ALGUMA RETRIBUIÇÃO AO SEU POVO!
NÃO ACHAM?
Adão Eduardo de Miranda Sá
CNF - 60 a 62

 

13 - 09 - 09
Festas de Setembro - Parabéns Fernão, Embora não tenha podido estar fisicamente presente, as fotos
e as descrições
comprovam o sucesso deste tão preparado e pensado evento.
É muito importante manter a lembrança do passado presente, poucos sabem
fazê-lo e você e a sua equipe souberam.
Abraços

Roberto Lisboa Waichenberg ( GNF – 101 )

GNF - 50 a 51

 

10 - 09 - 09
Prof. Murilo Navarro Pereira - ESTE FOI REALMENTE UM DOS MEUS PROFESSORES DO GNF.
DE GEOGRAFIA ONDE TINHAMOS AULAS FABULOSAS COM MAQUETES MONTADAS NA SALA DE GEOGRAFIA.
SABIA DAR AULAS, TINHA COMPETENCIA E SEU PASSAMENTO É SENTIDO.

À FAMILIA ENLUTADA OS NOSSOS SINCEROS PÊSAMES.
ROBERTO LISBOA WAICHENBERG
CNF - 50 a 51

 

08 - 09 - 09
Fernão, saudações
Foi um feriado maravilhoso que passamos , com todos reunidos , numa fraternidade impar , sem igual , agradeço a
sua performance como presidente desta associação , volto a repetir foi maravilhoso o nosso encontro de setembro/2009,
e que tenhamos novos encontros auspiciosos
Marcio Albano (Marreco
)
CNF - 61 a 65

 

20 - 08 - 09
Amigo Fernão,
Prazer enorme em reencontrá-lo e logo junto ao seu "amigo" Helenio Minhoca, "mestre de biologia, dou divisão celular
na quinta aula do dia, se algum aluno levanta eu digo: cuidado menino cuidado."
A galera está animadíssima, e como dizia o saudoso Nelson Rodrigues, "-que os vivos saiam de suas casas e os mortos
de suas tumbas"
Iremos todos ao Encontrão em Friburgo.

Um abraço
Americo Faria Ney
CNF - 61 a 66

 

06 - 08 - 09
Agradeço em nome dos Meira de Vasconcellos,pela atenção bem como as lindas fotos do choppapo.
Com certeza estaremos presentes nos próximos eventos
Do cenefista e amigo
José Meira de Vasconcellos
CNF - 68

 

03 - 08 - 09
Queridos amigos - foi por pouco. Mas a bola não entrou.

Nunca mais pude ir a Friburgo com vocês para fazer farra e matar
saudades, já que passei a morar em Portugal.

Entretanto, este ano, estarei no Rio e, quando já estava tentando
organizar a minha vida para ir novamente encontrar lugares e
companheiros, o chute bateu na trave: no dia cinco de setembro estou
pegando o avião para retornar a Portugal!

Foi mesmo por muito pouco.

Espero que vocês se divirtam muito - muitos abraços, muitos beijos,
muita galinhagem, porque a vida sem humor é um porre (Bom, imagino que
seja, porque a minha sempre foi vivida com bom humor e energia).

Um grande abraço para todos.

Quer dizer que a Majórica morreu?!

(Jayme - já te escrevo sobre o Clube de Teatro. Tetê, perdi seu
e-mail: manda pra mim).

Beijos a todos

Clovis Levi - Barata.
CNF - 54 a 62

 

31 - 07 - 09
Amigos

Ontem vi esse último filme do Harry Potter e me dei conta de algo que tinha sentido nos filmes anteriores e não
sabia
explicar.

Não sei se é devido aos artistas já estarem adolescentes,na mesma faixa etária em que estudamos na Fundação,
ou se nesse filme tem mais cenas mostrando a garotada namorando, ou ainda se é porque aparecem mais cenas
com os prédios envoltos em neblina.O que sei é: No ambiente mostrado no filme, senti uma sensação parecida com
a que sentia no colégio.
As cenas externas me lembraram muito um dia de domingo à tarde no colégio (Aquele som de um grande lugar vazio
- o barulho do silêncio)
Não sei se vocês já viram algum dos filmes.Se já viram procurem lembrar e me digam se sentiram algo semelhante ou se
eu é que estou ficando muito nostálgico.
Um abraço
Flavio de Carvalho Filho
CNF - 66 a 69



29 - 07 - 09
Confirmo que dia 06 de setembro 2009 estarei embarcando para .....................Escócia. Estarei fora do país por 30 dias.
Por este motivo, lamentavelmente, não estarei presente (mais uma vez) em Friburgo.
De qualquer maneira, desejo que o Encontrão corra de forma fraternal e dentro da programação prevista com uma presença
maciça de ex-colegas, professores e funcionários.

Boa sorte e um abraço.
ALEGUCHE

Ian David Turnbull (Azul 59 a 65)



27 - 07 - 09
Olá pessoal
Entrei no site por acaso e mergulhei no passado. Fui aluno durante sete anos do CNF e gostaria
muito de estar revendo alguns daqueles amigos em especial o Alan Porto Carreiro meu companheiro
de quarto, o Marcio e a Jacqueline Aor. Por anda anda esse pessoal, voces saberiam me informar?

Fica aqui restabelecido o contato e parabens pela iniciativa que me tocou fundo.
Beijos pra todos

Alfredo Soria Calabre Junior
(Santista)
CNF - 60 a 66



 

 

27 - 08 - 09
Repassem aos filhos um caloroso abraço transmitindo como eram bons os que partiram e a perda para os que os conheceram e tiveram o privilégio de compartilhar de honesta e produtiva companhia.
Abraço

Americo Faria Ney
CNF - 61 a 66


26 - 08 - 09
Não poderei estar na missa no dia 28, por não estar no Rio de Janeiro
Mas o professor Edmar é uma dessas pessoas de que nós não esquecemos nunca pela vida afora. Ele foi pessoa
importante na minha passagem pelo CNF, em 63 e 64, quando além de professor de matemática era o coordenador
do científico.
Guardo dele a lembrança de pessoa severa e exigente mas compreensiva e carinhosa quando cabia.
Por favor, façam chegar minha mensagem de solideriedade aos filhos do prof. Edmar.
Obrigado e um abraço,
João Otavio Domingues de Oliveira (Tatau)
CNF - 63 a 64

 

25 08 09
Estarei elevando minhas preces em nome do casal.
Mesmo sabendo do processo natural da vida, sentimos a partida daqueles com os quais convivemos e nos são queridos.
Enfim de todos aqueles que são nossas raízes nesta curta passagem terrena.
Jose Carlos Coutinho (Bicudão
)
CNF - 55 a 61


24 - 08 - 09
Cada vez que eu recebo um e.mail de falecimento do CNF me dá um frio na espinha. Edmar foi um professor querido e achei incrível o falecimento de ambos praticamente juntos. Acho que isso, de certa forma, é uma benção.
Abraços
Maria Luiza Eberius (Quica)

CNF - 68 a 70


24 - 08 - 09
Estou recebendo a noticia com uma enorme tristeza: fui aluno dos dois. De "Edmarzão", por mais tempo, e com um
detalhe: meu apelido era COMPUTADOR ELETRONICO por ter certa facilidade com matemática, e ele brincava com essa
característica. No Cientifico, por razões diversas, enfrentei algumas dificuldades com a matéria. Edmar, então, percebendo
essa mudança no meu comportamento passou a me dar aulas particulares em sua casa (no próprio CNF) dois ou três dias
por semana, a noite, até que recuperei a situação anterior. A sua dedicação e seriedade como Professor eu jamais esquecerei.
Lembro tambem que foi o Professor mais respeitado da sua geração, por sua força moral, que não admitia, nem dos colegas
nem dos alunos qualquer tipo de provocação. Depois que deixei o CNF em 1972 perdi com ele o contato. Para mim foi uma
enorme honra e um grande privilegio ter sido aluno e amigo de ambos: Que Deus os tenha a Seu lado! Que seus filhos e
descendentes recebam o meu abraço fraterno e que saibam do carinho e admiração que seus alunos tinham pelos dois.
O chato é que perder os amigos CENEFISTAS está se tornando uma constante. Gostaria que o destino nos desse uma trégua,
pelo menos por algum tempo.

Jose Cardoso da Cunha Filho (COMPUTADOR ELETRONICO ou PERNAMBUCO) - Recife
CNF - 68 a 72

 

23 - 08 - 09
Não os conheci. Mas lamento que tenham morrido.
Um abraço fraterno do
Jose Augusto Carvalho
CNF - 57 a 58

 

23 - 08 - 09
É com muito pesar que envio esta mensagem de solidariedade aos familiares dos professores, Edmar e Therezinha.
Ela foi minha professora, que me ensinou, além da gramática e os primeiros caminhos para o salutar hábito da literatura,
importantes conceitos sobre a moral, justiça e amizade. Bem, assim é a vida.

Geraldo Guimarães , de Aracaju-SE.
CNF - 71 a 73


23 - 08 - 09
Favor transmitir à família do professor e amigo Edmar, nosso sincero sentimento pelo falecimento daquele que
acompanhou o dia-a-dia da turma dos "meus oito amigos", que assim ele denominou o grupo do terceiro científico
de 1965, quando como paraninfo, iniciou seu discurso de encerramento do nosso curso.
Sempre dava a aparência de "durão", mas na realidade era um Homem, meio irmão-meio pai, que sempre, à qualquer
hora do dia ou da noite se colocava disponível, apresentando o ombro amigo para mostrar como na realidade a vida
se desenvolvia.
Tivemos também através dele, a oportunidade de acompanhar a vida de seu irmão médico, Edson, um brasileiro
pioneiro mundial em transplante de fígado e rins, e que por coincidência da vida operou minha cunhada com sucesso
pleno à época, acredito que já em 1972.
Nosso muito obrigado por tudo que realizou e pela experiência que transmitiu de forma clara e precisa.
Marcelo de Aquino Gazineu (Kid)
CNF - 64 a 65 (do grupo de Campos-RJ)

23 - 08 - 09
Que coisa.Pelo menos não ficaram separados.
Abraço
Bob Sharp
CNF - 53 a 54


21 - 08 - 09
Recebi consternado a noticia do passamento de ambos professores. Fui aluno de Português da Profª Therezinha
em 1965/66.
Grandes mestres como o Prof. Daniel de História que partiu ano passado...e a vida segue!
Ficaram os excelentes exemplos que assim nos consolam
Abraços

Jomar Duarte Filho
CNF - 65 a 68

 

 

22 - 09 - 09
Um beijo e solidariedade para Suzana que como Barbara eram da minha turma.
A imagem que guardo é de nós todos aos 14 - 15 anos jogando totó e/ou ping pong no salão do cientifico.

Paulo Garcia de Souza (Maconha)
CNF - 65 a 70

 

21 - 07 - 09
Meu Deus! Que coisa triste e assustadora. É dificil acreditar que Friburgo nao seja mais aquela cidade tranquila
em que vivíamos. Ir ao correio era um ato tao simples...Espero que a familia e os amigos do Conrado encontrem
forças para passar por esta tristeza tão desnecessária.
Margareth Santos
CNF - 66 a 73

 

 

21 - 07 - 09
Que coisa triste, Nós já não somos novos, nem muitos e ainda somos diminuidos de uma forma tão covarde.
Meus pesames p/ a família e sentimos imensamente a perda de um cenefista irmão.
Aleguche com imensa tristeza!
Eduardo Bacal
CNF - 64 a 71

 


21 - 07 - 09
Onde foi isso??/ Tem algum telefone da irmã dele??? Meu Deus, que fatalidade...
Abs,
Avelino Gonçalves de Almeida Filho
CNF - 63 a 68



21 - 07 - 09
É com muita dor que recebo essa noticia ao saber que mais um Amigo do CNF morre por violência que nos afronta no dia a dia de nossas vidas. Gostaria de saber local e hora do cortejo. Aleguche.
Gimar Rodrigues da Silva.(Quero-Quero)
CNF - 70 a 76

 

 

21 - 07 - 09
Tive a oportunidade de conhecer Conrado, seu pai Frederico, grande empresário em Friburgo e sua irmã Susana. É com muito pesar que tomo conhecimento de seu prematuro falecimento, sendo mais trágico ainda o fato de ser vitima de assalto. Quando recordo minha passagem pelo CNF nos anos 70 não me vêm a memória cenas de violência: a cidade era tranquila e podiamos andar em paz pelas madrugadas, tendo como preocupação, apenas, o frio e alguns boêmios que bebiam um pouco mais da conta.
Essa insegurança generalizada - Recife, onde moro atualmente, é uma das cidades mais violentas do Brasil - nos torna refens e prisioneiros de nossas próprias casas, restando-nos apenas a ilusão de que em condomínios fechados, shoppings centers ou carros blindados estaremos mais protegidos dessas fatalidades. Repito: pura ilusão!!!
Gostaria de transmitir à família de Conrado, em especial a Susana, os meus pesames.
Quanto a Susana, tenho a impressão de que ela passou em Recife há algum tempo, a bordo de uma navio-laboratório, formada em Biologia Marinha, se não me falha a memória. Desejo a ela e a Barbara Hepp (muito amiga e filha de um sócio de Frederico Sichel) toda a felicidade que a vida poder lhes proporcionar: elas eram duas meninas lindas, uma lourinha dos olhos azuis e profundos e a outra uma ruiva sardenta com um corpo escultural, ambas reunindo toda simpatia e afeto que agora embasam as minhas recordações.
O Sr. Frederico, não sei se ainda é vivo. Se for,quero que saiba que sou rotariano em Recife, pois recordo que ele era um membro bastante ativo de Rotary de Nova Friburgo, e que lhe desejo muita paz e superação para a perda de ente tão querido.
Abraço a todos

Jose Cardoso da Cunha Filho (Computador Eletrônico /Pernambuco)
CNF - 68 a 72

 

 

21 - 07 - 09
Não o conheci, mas lamento que tenha sido mais uma vítima da violência urbana...
Um abraço fraterno do JAC

Jose Augusto Carvalho(Cabral)
CNF - 57 a 65

 

 

21 - 07 - 09
Não o conheci, mas é uma morte lamentável sob todos os pontos de vista. Estamos vivendo clima de Bagdá. Só uma medida acabará com isso no Brasil: rito sumário e execução. Parto do velho princípio de que quem tem orifício anal tem medo.

Abraço
Bob

Robert Amaral Sharp
CNF - 53 a 54

 

 

 

22 - 08 - 09
Curiosamente 44 anos depois penso frequentemente na Tia Helena e posso imaginá-la atraz do balcão na biblioteca do Ginásio.
Em 1965 Miguelzinho Arraes e eu eramos meninos de 10 para 11 anos anos e ficavamos muito na biblioteca onde sob atenção e orientação de Tia Helena lemos vários da coleção Arsene Lupin e num arroubo de travessura Capitães de Areia de Jorge Amado.
Miguel infelizmente saiu logo do Colégio, mas Jomar, Sonambulo e outros que escreveram mensagens ai continuaram e por muitos anos a biblioteca era um ponto de encontro.
Queria aproveitar a ocasião para expressar uma grande gratidão, espero que possa confortar um pouco os familiares, saber que ela plantou muitas sementes durante a vida ...
To ficando nostálgico ... vou tentar ir no 7 de Setembro
Paulo Garcia de Souza (Maconha)
CNF - 65 a 70


08 - 07 - 09
Lembro-me de d. Helena e associo-me a manifestacoes de pesar (estou longe e o teclado nao tem acentuacao nacional)
Abrs.
Marcello
Cerqueira
CNF - 50 a 52

 

08 - 07 - 09
Aqui em Los Angeles longe do Brasil recebi informacao da morte de Dona Helena ou Tia Helena, a bibliotecaria do Colegio.
Eu sempre fui ligado ao livro e aqui nos Estados Unidos estou com uma imprensa completa de tipografia, sou membro de um clube
de colecionadores de livros chamado Zamorano Club. Muito disso se deve a influencia de Tia Helena que me iniciou na leitura de livros
no ginasio. A influencia era sempre muito sutil sem nunca empurrar. Ela me levou a Jorge Amado e eu li quase tudo que o Colegio tinha.
Seu amor aos livros passou para mim sem dificuldades e a influencia foi definitiva. Agora estamos restaurando uma casa em Pasadena
e a minha primeira meta foi de estabelecer a biblioteca que ja esta feita esperando que a casa se complete para que possamos nos mudar.
A lembranca da Tia Helena eh indelevel na minha memoria.
André Chaves (Cabeleira)

CNF - 58 a 64

 


08 - 07 - 09
Eu a conheci muito antes de conhecer o CNF. Ela era de uma família friburguense conhecida do meu pai. O pai dela, era dono de uma das
maiores lojas de materiais para construção em Friburgo ( A
Carestiato ) , situada na mesma rua onde também existia o Colégio Cefel.
Eu com seis anos, ela com quinze, talvez. Eu deslumbrada com o tamanho da loja e as novidades, ela pronta para o cinema.
Alguns anos depois eu encontrei-a entre livros, organizadíssimos, na Biblioteca do CNF. Pude com ela conversar mais e dividir situações
difíceis, estabelecida por uma legislação nova de uma escola masculina que abria as portas para receber meninas. Encontra-la por lá, foi
a minha salvação !
Eu, acabava de chegar do Rio de Janeiro e fui estudar num Colégio de regime semiinternato, onde naquele prédio, eu era a única menina
e cujo horário era extenso para as necessidades que não poderiam ser com partilhadas com meninos. Os dirigentes não atinaram para o fato.
O único banheiro usado por mulher, era perto da escada interna, em frente da porta da Biblioteca ( O Banheiro da Da. Helena ) que
funcionava, nos dias em que a Da. Helena estava trabalhando ! Foi o Sr. Hans quem entregou-me uma chave para abrir um banheiro velho, esquecido e sujo localizado no caminho da enfermaria. Naquele momento, ganhei o meu primeiro troféu!

Da. Helena, solucionava também,alguns conflitos sociais : Abrigava menores " perseguidos" por algum " maioral ". Ela os escondia atrás de
livros grandes, abertos, nas mesas do fundo da Biblioteca, quase sempre utilizadas pelos alunos mais velhos. O " maioral " era banido delicadamente, do ambiente de leitura e levado até a porta. Algumas vezes, ela nos deixava por lá , até o termino do recreio...
Desciamos juntas na caminhonete. Ela sentada ao lado da Lourdes, a secretária do Prof. Amaury, ambas figuras delicadas e importantes.

Em 2004 eu a vi na janela do apartamento da rua General Osório, conversamos um pouco. Hoje ao ler o e-mail, lamentei não ter aceito o
convite para o chá.

Maria Alice Antunes
CNF 59 a 60

 

 

09 - 07 - 09
Tia Helena!!
Sempre teve carinho , dedicação com todos um amor de pessoa! Que Deus a tenha ao seu lado!
Essa merece...
Abraços
Wilson Clemente (Marrom)
CNF - 69 a 75

09 - 07 - 09
Na minha época, o bibliotecário era um certo Aires. Era humilde e suportava com estoicismo a gozação dos alunos.
Um abraço fraterno do JAC

Jose Augusto Carvalho (Cabral)
CNF - 57 a 65

 

 

09 - 07 - 09
É com profundo pesar que recebo a notícia do falecimento da nossa querida "Tia Helena", a principal responsável pela minha
iniciação na leitura! Tenho certeza que sua missão foi plenamente cumprida e que ainda voltaremos a nos encontrar em futuros
desdobramentos de nossa existência.
Luiz Gallon
CNF - 71 a 73

 

 

09 - 07 - 09
Gostava imensamente de Tia Helena, que me incentivou bastante na leitura dos bons livros brasileiros. Ela me dava um tratamento
especial, permitindo que eu ficasse mais tempo com os livros do que as normas da Biblioteca permitiam. Que Deus a tenha do seu
lado cuidando dos escritos celestes.
Abraços para todos e ALEGUCHI.

Zé Cunha (Pernambuco/Computador Eletrônico)
CNF - 68 a 71

 

 

09 - 07 - 09
Eu planejava visitar Tia Helena em setembro proximo qdo pretendo ir a Friburgo. Tinha feito até um contato telefônico pessoal com um
sobrinho dela que é comerciante na cidade. Ela fazia uma geléia de morangos que meu pai adorava e eu sempre encomendava a ela para presentear o 'velho'. Teve também um ano que a Biblioteca me presenteou com um troféu de maior leitor e que guardo com carinho até
hoje com as lembranças da tia Helena.
Jomar Duarte Filho

CNF - 65 a 68

 

 

10 - 07 - 09
Estudei no CNF de 68 a 70 e todos os dias frequentava a biblioteca. Bom, quase todos os dias. A paciencia dela com a gente era incrível.
Fui colocado pra fora vááárias vezes incluíndo Paulo Afonso, Otto e Hercílio. Foi lá que li pela primeira vez histórias do Asterix, o gaules e
hoje tenho a coleção completa. Acreditem, era em frances e não entendi naaaada, embora tivessemos aula dessa língua.Tia Helena sempre interferia na relação entre os alunos principalmente quando queriam fazer alguém de "pele" (novato). Olha, eu era feliz e não sabia...
Que Deus a tenha em bom lugar. Ela merece porque aturar a gente, não era brincadeira....

Saudades daqueles tempos.
Abraços
Flavio Ashcar
CNF - 68 a 70

 

11 - 07 - 09
Lembro muito de D. Helena. Ela fazia uma estatística. que fixava no quadro de avisos da biblioteca do Colégio Nova Friburgo. mostrando
quem eram os maiores leitores do periodo. Confesso que eu aparecia muito pouco - normalmente quando havia "estudo dirigido", também
eu me desculpo pelo fato de que participava de tantas atividades esportivas que o tempo me era escasso.

Havia, também, uma biblioteca no prédio do científico e a pessoa que tomava conta era o Sr. Absalão que levava um filho seu para a
biblioteca que logo ganhou o apelido de Absalãozinho, que alguns, dos nossos colegas, questionavam se não deveria ser Absaleta.
Lembro de ter lido Jorge Amado por influência de D. Helena e que, quando da visita do grande escritor brasileiro ao CNF, cheguei a
cumprimentá -lo. Eu estava próximo de Mario Rubens de Mello Filho, esse um leitor assíduo e conhecedor da obra de Jorge Amado.

Vou sempre lembrar de D. Helena por ter me proporcionado a satisfação de ter apertado a mão de Jorge Amado. Um dia, em outras circunstâncias, quando estive com ele, recordei dessa passagem e ele afirmou ser o CNF um colégio muito bom e que havia duas bibliotecas...!
D. Helena que era uma pessoa nobre certamente foi convocada por Deus para continuar a nobreza de amar os livros.
Afonso Brito Chermont
CNF 58 a 64

 
 

08 - 07 - 09
Zé Franco, como era aqui conhecido, estudou na década de 70 no CNF. Lá esteve muito em função da presença do Zeno, Toca e minha. Sua família era do Marajó, como a minha, e o fato de sermos um pouco mais velhos e elogiarmos o colégio, seus pais resolveram, então, que os Franco (eram dois ) estudassem em Friburgo.

Minha relação com ele era de pura cortesia: quando nos encontrávamos, invariavelmente , falávamos do CNF, do Marajó. Ele me tratava como se eu fosse um irmão mais velho. Senti muito sua ida. Estive no enterro onde encontrei com Zeno Veloso.
Afonso Brito Chermont
CNF - 58 a 64

09 -07 - 09
Fui colega de turma de Lobato e com ele, eu que sou pernambucano e voltei a morar no Recife depois da experiência passada no CNF
em Friburgo, aprendi a gostar do Marajó e do Pará como um todo. Sinto imensamente seu falecimento precoce embora há muitos anos
não tivesse noticias suas. Era uma pessoa boa, pacífica e tranquila que merecia viver muito mais.
A gente chega numa certa idade onde começa a perder os amigos: é o outono de nossas vidas.
Abraços para todos e ALEGUCHI.

Zé Cunha (Pernambuco/Computador Eletrônico)
CNF - 68 a 71

 

Mensagem do colega Marcio Braga

 


Caros colegas genefistas e cenefistas de todos os tempos:

Dentre os cerca de 4.000 alunos que o nosso querido Colégio teve em seus 28 anos de funcionamento, muitos se destacaram na vida. Afinal, o GNF-CNF nos provia dos meios de que precisávamos para seguir uma carreira de destaque no Brasil. Tínhamos um excepcional ensino e uma Escola de Vida incomparável.

Dentre os que se destacaram quero me ater, neste momento, em Marcio Braga. Genefista da primeira hora, entrou no Colégio em 1950 e ali estudou todo o Ginásio, saindo no final de 1953.
Os quatro anos de GNF foram suficientes para gravar em sua vida um amor eterno ao Colégio. Marcio foi um dos que liderou a criação da Associação, quando, em 1985, junto com Marcello Cerqueira e Carlos Eduardo Dolabella, foi signatário de um anúncio que procurava por genefistas e cenefistas e os convocava a um jantar na velha Majórica e para o desfile de Sete de Setembro. Foi sempre um ex-aluno atuante e ajudou a construir a nossa Associação. Mais tarde foi seu Presidente e foi também o grande responsável pela criação do nosso atual Centro de Memória.
Hoje, embora tenha se tornado menos assíduo aos eventos da Associação, Marcio nunca se esquece de que é um Genefista. Todos os meses comparece com sua contribuição para as despesas da Associação e sempre está em contacto com algum de nós.
A par disto, Marcio teve uma carreira vitoriosa como dirigente do Flamengo.
Hoje, encerrando sua participação nos destinos do Flamengo, Marcio deixa uma carta, onde faz o balanço dos 33 anos de dedicação ao Clube de seu coração.

Neste momento, temos que deixar as nossas preferências de torcedor de lado (eu sou Tricolor de Coração) e pensar que somos todos ex-alunos, professores e funcionários do GNF e CNF e aplaudir o nosso colega pela sua carreira vitoriosa no Flamengo.
Abaixo, está a carta escrita por ele a todos os flamenguistas. Peço, entretanto, ao Marcio, licença para estender as suas palavras a todos os amantes do futebol, pois suas iniciativas e atitudes transcenderam as fronteiras flamenguistas e trouxeram benefícios a todos os times do Brasil.

Parabéns, Marcio por sua brilhante atuação como dirigente esportivo e obrigado pelo seu legado ao esporte brasileiro.
Um grande, forte e tricolor abraço.

Fernão

Rio de Janeiro, 30 de dezembro de 2009

 

Companheiros rubro-negros,

 

Ao transmitir a presidência para Patrícia Amorim, desejo registrar a emoção pelo privilégio de ter a minha vida ligada à história do Flamengo nos últimos 33 anos.

 

Durante este período, exerci a presidência do Clube por seis mandatos, totalizando 14 anos. Também presidi o Conselho Deliberativo duas vezes, somando outros quatro anos.

 

Foram 18 anos à frente de um dos Poderes do Flamengo em diferentes ocasiões. Essa aventura me propiciou a glória de ter sido o presidente mais vitorioso da nossa história, com o Campeonato Brasileiro pela primeira vez, em 1980, a Libertadores e o Campeonato Mundial de 1981, o Bi-Brasileiro 82, o Tetra em 1987, o Penta em 1992 e o Hexa em 2009.

 

Nestes dois últimos mandatos, de 2004 a 2009, além da consagradora campanha do Hexa-Brasileiro, o Flamengo venceu a Copa do Brasil e foi quatro vezes Campeão Carioca (Penta-Tri).

 

Conquistamos a hegemonia incontestável do futebol brasileiro, o melhor do mundo. O Flamengo tem a maior e mais bonita torcida do planeta e é o clube mais valioso do país.

 

Toda essa glória no futebol foi conquistada concomitantemente às incontáveis vitórias no remo e no basquete e ao destaque dos atletas rubro-negros, com a nossa camisa e com a do Brasil, na ginástica, na natação e tantos outros esportes olímpicos. O Flamengo preservou, portanto, a sua tradição de Clube poliesportivo.

 

Fui eleito presidente pela primeira vez no dia 28 de dezembro de 1976 e a primeira reunião de diretoria foi no dia 4 de janeiro de 1977. Naquela época, o Flamengo já era muito popular, mas enfrentava sérias dificuldades administrativas e financeiras. Os salários estavam atrasados, o Clube não recolhia impostos e devia a mais de 30 bancos. Em dois mandatos, resgatamos a credibilidade, organizamos a administração e recuperamos o prestígio esportivo. Fomos tricampeões cariocas, além da citada conquista do Brasileiro. Modificamos o estatuto, limitando a reeleição em somente uma vez.

 

Quando fui convocado para disputar a eleição outra vez, em 1986, o Flamengo estava novamente em crise. A história se repetiu. Conseguimos recuperar a credibilidade e o prestígio do Flamengo. O estatuto foi novamente modificado para estabelecer a eleição direta.

 

Não só o Flamengo, mas todo o futebol brasileiro estava em crise na ocasião. Com a participação decisiva do Flamengo, foi consagrada, em 1987, a criação da União dos Grandes Clubes Brasileiros (Clube dos 13), uma revolução na gestão do futebol em nosso país. E foi instituída a Copa União, cuja vitória pelo Flamengo nos deu o Tetra.

 

Em 2003, o Clube vivia mais uma vez uma grave crise. O então presidente sofrera um processo de impeachment. Novamente fui eleito com a responsabilidade de enfrentar grandes desafios.

 

Quando assumi o cargo, em janeiro de 2004, a situação do Flamengo era dramática. Os salários estavam atrasados há três meses. O Clube sequer tinha talões de cheque. A Justiça Federal tinha decretado a insolvência. A sentença mandava o Flamengo vender todos os bens para pagar os credores. Se isso ocorresse, ainda ficaria devendo R$ 139 milhões (patrimônio líquido negativo).

 

Nada disso ocorreu. Empenhei a minha credibilidade política e o meu aval pessoal. Trabalhamos duro e, nestes últimos seis anos, reconduzimos o Flamengo ao caminho da vitória.

 

Além da hegemonia no futebol e das conquistas nos outros esportes, o Flamengo está com os salários em dia, acaba de passar por uma auditoria financeira independente e tem contratos assinados que asseguram receitas de mais de R$ 100 milhões anuais.

 

Uso o plural para resgatar essa história porque entendo que a vitória é uma construção coletiva. Essas conquistas foram possíveis graças à ativa participação de muita gente. No nosso caso, a vitória é resultado de um valor fundamental: o compromisso com a Causa Rubro-Negra. É isso que nos diferencia dos outros.

 

E é por isso que faço questão de registrar 274 nomes nessa carta – mesmo sabendo que, traído pela memória, devo estar cometendo injustiça com outras pessoas. A todos que estou citando – entre amigos, companheiros, aliados, adversários, críticos e até inimigos pessoais – credito esta condição de pessoas comprometidas com a Causa Rubro-Negra, e um registro especial aos funcionários do clube no decorrer desses anos.    

 

Patrícia Amorim e a nova Diretoria recebem o Flamengo ainda com grandes desafios, mas completamente diferente de seis anos atrás, com o moral em alta pela conquista do Hexa e da credibilidade e, também, com projetos em fase avançada de estudos, que poderão ter grande impacto positivo no futuro do Clube:

 

- Fla Novas Gerações, que reúne os nossos programas de responsabilidade social.

 

- Fla Olímpico, para a formação de atletas e equipes competitivas nos desportes olímpicos.

 

- Fla Futebol, que viabiliza a incorporação do CFZ, do grande ídolo Zico, contribuindo para a gestão empresarial do futebol.

 

- Programa de Revitalização da Gávea, para reforma da nossa sede e construção de novos espaços para atividades esportivas, culturais e sociais.

 

 

Mulher, jovem, atleta do Clube, Patrícia é de outra geração e traz uma nova visão. Quando assumi a presidência, em 1977, Patrícia começou a sua carreira de atleta do Flamengo, com oito anos de idade.

 

Sei que a nova presidenta e sua equipe também são pessoas comprometidas com a Causa Rubro-Negra e têm plenas condições para acertar, vencer e avançar ainda mais no destino de glória do Flamengo.

 

Feliz Ano Novo

 

 

Marcio Baroukel de Souza Braga

 

 

 

UMA VEZ FLAMENGO, SEMPRE FLAMENGO!

 

A estes companheiros, o reconhecimento do compromisso com a Causa Rubro-Negra:

 

São Judas Tadeu

Presidente Lula

Governador  Garotinho

Prefeito Cesar Maia

João Carlos Magaldi

Bruno da Silveira

Marco Aurélio Moreira Leite

Buck

Claudio Coutinho

Kanela

 

Adail Braga

Adalberto Ribeiro

Adib Jamil Amin

Adílio

Alain Fontain

Alberto Celento Jr.

Alexandre Alvarez

Alexandre de Médicis

Alexandre Lima

Alexandre Moraes (do Gease)

Alfredo Passareli Macedo Costa

Almte. Heleno Nunes

Álvaro Barros Moreira

Alvaro César de Andrade

Álvaro Sá

Amauri Temporal

Andrade

André Gustavo Richer

Antônio Augusto Dunshee de Abranches

Antonio Chiacchio

Antônio Esteves Marques

Antonio Luiz Macahyba

Antonio Moreira Leite

Aparício da Raça

Armando Brasil Salgado

Armando Monteiro

Arthur Lavigne

Artur Rocha

Bernardo Amaral

Betão

Bruno Lourenço

Campina da FlaNego

Carlinhos

Carlinhos Niemeyer

Carlos Camanho

Carlos Eduardo Dolabela

Carlos Henrique de Carvalho Fróes

Carlos Langoni

Carlos Maurício Martins Rodrigues

Carlos Tertuliano de Góes (Joca)

Cel. Brocchi

Célio Cotechia

Celmar Padilha

Celso de Paula Garcia

Cesar Wadih Bedran

Chico Feitosa (Fim de Noite)

Cláudio da Raça

Clovis Sahione

Cristina Callou

D. Laura de Carvalho da Charanga

D. Liberty da Flamilha

D. Vanda da Flatuante

Daltely Guimarães

Delair Dumbrosck

Dil Thomé

Diogo Nogueira

Djalma Boechat

Domingos Bosco

Dr. Antonio Teixeira

Dr. José Luiz Runco

Drault Ernani Filho

Edgard Rocha de Souza

Eduardo Manhães

Eduardo Motta

Egildo Santiago

Elias Aquim

Elizeth Cardoso

Elzinha Braga

Erasmo Alfaia

Ercio Braga

Ernesto Albrecht

Ewaldo de Souza Alves

Fernando Horacio da Matta

Fernando Lourenço Braga Pereira da Cunha

Fernando Mibielli de Carvalho

Flavio Alves Pereira

Francallaci

Francisco Horta

Fred Gueiros

Gabriel Pensador

George Helal

Gerson Arraes

Gerson Biscotto

Gilbert Prates

Gilberto Cardoso Filho

Giuseppe Taranto

Guido Antonio Couto Maciel

Guilherme Eduardo Embry

Habib Abdouche

Haroldo Couto

Harry Klein

Hélio Barroso

Hélio França

Helio Paulo Ferraz

Hildegard Angel

Hilton do Valle

Hilton Santos

Humberto Esteves Marques

Isabel

Isaías Tinoco

Isidorio Danon

Ivan Coelho

Ivan Drumond

Ivanir

Jacob Steinberg

Jamil Farah Melki

Jaqueline

João Araújo

João Baptista Pacheco Fernandes (João sem braço)

João Emílio

João Flamenguista da FlaPonte

João Henrique Areias

João Nescésio Tavares Ferreira de Salles

João Nogueira

Joaquim Vaz de Carvalho

Joel Teppet

Jorge Bedran

Jorge Benjor

Jorge Curi

Jorge Granja

Jorge Martins Freire

José Alberto Couto Maciel

José Almeoni de Araújo Pinho

José Antonio dos Santos Sobrinho

José Carlos Dias

José Eduardo Ferreira Landim

José Fiel de Oliveira Fontes

José Humberto Mendes Barbosa

José Luiz Portela

José Maria Khair

José Maria Sobrinho

José Narciso Drummond

José Oswaldo Darwich

José Quintela da Boca Maldita

José Saba

Josef Berensztejn

Juana Saba

Juca Kfuri

Júlio César Catalano

Junior

Kleber Leite

Leandro

Léo Almada

Léo Rabello

Luiz Augusto Veloso

Luiz de Mello Rego

Luiz Paulo Segond

Luiz Fernando Lima

Lysias Itapicuru Filho

Major Tarcísio José dos Santos

Manoel Camilo Ferreira Landim

Manoel Emilio Alves Guilhon

Marcelo Antero

Marcelo Siqueira

Marcia Fialho

Marcia Fillippe

Marcio da FlaAngra

Marco Antonio Moreira Leite

Marco Polo Moreira Leite

Marcos Braz

Marcos de Castro

Marcos Góes

Marcus Faver

Marcus Vinicius de Carvalho

Maria Elisa Guimarães

Marilene Dabus

Mario Arnaud Baptista

Mário Cruz

Maurício Gomes de Mattos

Melhin N. Chalhoub

Michel Asseff

Michel Asseff Filho

Ministro Marco Aurélio Mello

Moraes Moreira

Moysés Akerman

Moysés Saubel

Murilo Ramos Neto

Newton Rique

Niltinho da Flachopp

Nunes

Octamyr Andrade

Odir Corado

Onurb Couto Bruno

Oswaldo Saad

Octavio Florisbal

Otávio Leite

Padilha Sodré

Patrícia Amorim

Paulo Brame

Paulo César Catalano

Paulo César dos Santos Pereira

Paulo César Leal

Paulo Dantas

Paulo Gomes

Paulo Orro

Paulo Roberto Martins Abran (Sombra)

Pedro Trengrouse

Pepeu Gomes

Pepita Rodrigues

Pinkwas Fiszmann

Pintado

Plinio Serpa Pinto

Quintelinha

Radamés Lattari

Raul Plassman

Raul Bagatini

Raul de Mello Rego

Renato Gaúcho

Renato Noval

Ricardo Hinrichsen

Ricardo Mussi

Ricardo Teixeira

Roberto Jefferson de Oliveira

Roberto Marinho

Rodolfo Antici

Rogério Steinberg

Rômulo Arantes

Rômulo Arantes filho

Ronaldo Gomlevski

Ronaldo Helal

Ronaldo Steinberg

Ronaldo Uchoa

Rui da Flachopp

Ruy Cardoso

Ruy Castro

Salomão Simão

Sandra de Sá

Sebastião Kastrup

Sebastião Pedrazzi

Senador Arthur Virgílio Neto

Sergio Alvarenga

Sergio Laport Machado de Oliveira

Sergio Malaguti

Sergio Miranda

Sergio Roberto Veiga Brito

Sidney Marcelo

Silvano Octavio Fernandes de Brito

Sylvio Capanema

Silvio Pellico Abreu

Silvio Queiroz Corrêa

Siro Darlan

Sylvio de Piro

Thiago Lacerda

Toninha da Flamante

Tulio Rodrigues

Ulysses Malaguti

Urubu Guerreiro (minha torcida organizada)

Vassoura

Verinha da Flamor

Vinicius França

Vinicius Nagem da Fla-Paraná

Waldemar Coelho da Costa Filho

Walter Clark Bueno

Walter Felippe D`Agostino

Walter Mattos

Walter Mattos Jr.

Walter Oaquim

Washington Rodrigues

Wilson Peixoto

Wolf Aschkenasi

Yatagan Anderson de Oliveira

Zé Vaz da Dragões

Zevy Ghivelder

Zico

Ziraldo